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Mendes (“O que é desenho universal para aprendizagem?”, 2017) afirma que o Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) é um exemplo de abordagem educacional condizente com a convicção de que toda pessoa tem o direito de estudar e desenvolver seu potencial como ser humano.
O autor destaca ainda que esse conceito dialoga com a proposta de ressignificação do papel do professor, enxergando-o como
Mantoan, Prieto e Arantes (Inclusão escolar: pontos e contrapontos, 2006) defendem que todo plano de formação deve servir para que os professores se tornem aptos ao ensino de toda a demanda escolar.
Assim, o conhecimento do professor deve ir além da visão de que a classe comum é, para os alunos com deficiência,
Ao apresentar a pesquisa sobre o coensino e as suas possibilidades na prática, Mendes, Vilaronga e Zerbato (Ensino colaborativo como apoio à inclusão escolar: unindo esforços entre educação comum e especial, 2014) destacaram que os professores apontaram dois aspectos considerados importantes para o sucesso do coensino: o suporte da administração da escola e
Borges (Atendimento educacional especializado na escola comum como ação pedagógica favorecedora da educação inclusiva, 2020) defende que, para que os estudantes público-alvo da Educação Especial possam se apropriar dos conceitos científicos, é importante considerar
Mantoan (Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer?, 2015), ao defender a escola inclusiva, destaca que transformar a escola – e, mais especificamente, o ensino nela praticado – é reconhecer e enfrentar a realidade de uma escola diversa.
Nessa perspectiva, a autora aponta diversas frentes de trabalho, das quais se destacam algumas tarefas fundamentais, como a recriação do modelo educativo escolar, tendo como eixo