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A necessidade da formação contínua do professor é uma realidade que o Coordenador Pedagógico tem de enfrentar. Segundo Souza (in: Almeida & Placco, 2005), a existência de um grupo é a condição primeira para a atividade do Coordenador, uma vez que ele vai trabalhar na liderança de pessoas que desenvolvem um trabalho comum, no caso, os professores.


Para a autora, trabalhar com grupos implica em

Para Fernandes (2008), a construção de uma teoria da avaliação no domínio das aprendizagens dos alunos obriga a um esforço de sistematização, de identificação e de compreensão dos seus elementos essenciais e das relações entre eles. Quando o autor se refere à avaliação que proporciona informação sintetizada, que se destina a registar e a tornar público o que parece ter sido aprendido pelos alunos, está falando da avaliação

O conflito é parte integrante da vida e da atividade social, quer contemporânea, quer antiga e tem sua origem na diferença de interesses, de desejos e de aspirações. Os conflitos educacionais são aqueles provenientes de ações próprias dos sistemas escolares ou oriundos das relações que envolvem os atores da comunidade educacional mais ampla. Assim, os conflitos escolares que emanam de redes sociais de diferentes atores onde está situada a escola, segundo Nebot (in: Chrispino, 2007), pertencem à categoria

O art. 9o da Resolução CNE/CEB no 4/2010, estabelece que a escola de qualidade social adota como centralidade o estudante e a aprendizagem, o que pressupõe atendimento a alguns requisitos, entre eles, a preparação dos profissionais da educação, gestores, professores, especialistas, técnicos, monitores e outros (Inciso V). Em conformidade com essa Resolução, Imbernón (2010) destaca a relevância da formação docente sobre situações problemáticas no contexto em que se produzem, permitindo compartilhar evidências e informação e buscar soluções. Para isso, o referido autor ressalta a importância de, na referida formação, desenvolver, como princípio e como metodologia, uma cultura

A gestão democrática do ensino público está estabelecida na Lei Federal no 9.394/96 (inciso VIII do art. 3o da LDBEN), no inciso VIII do art. 4o da Resolução CNE/CEB no 04/2010 e, também, no Plano Municipal de Educação de São Roque. Essa questão da gestão democrática da escola pública é abordada por Paro (2012), estimulando reflexões sobre a participação de pais, alunos, professores, diretores, comunidade e dos Conselhos Escolares, visando a uma mudança qualitativa do ensino público. Para o referido autor, a participação na tomada de decisões é