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À luz das Diretrizes Curriculares Nacionais (DNCs) da Educação Básica, o papel do professor de Arte na Educação Básica envolve desafios específicos relacionados à garantia do direito à cultura, à diversidade e à qualidade do ensino.

Considerando teorias sobre o ensino de Arte, bem como esse documento (DNCs) e suas articulações com a Base Nacional Comum as Curricular (BNCC) – ARTE e com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) – Arte, as assertivas abaixo sobre o papel e as analise dificuldades do professor de Arte na escola básica:

I- O professor de Arte tem como papel central garantir o acesso dos estudantes às diferentes manifestações culturais e artísticas desde o início da Educação Básica, enfrentando dificuldades como a desvalorização do componente curricular, a precarização das condições de trabalho e a necessidade de efetivar princípios como pluralismo cultural, inclusão e valorização das experiências extraescolares.
II- Embora os PCNs de Arte apontem que o ensino artístico envolve processos de criação, apreciação e contextualização, indo muito além da técnica, as DCNs obrigam o professor de Arte a priorizar exclusivamente o desenvolvimento de habilidades técnicas, uma vez que a Arte é compreendida por elas como um componente complementar, sem obrigatoriedade de articulação com a cultura, a ciência e as práticas sociais.
III- As DCNs tornaram compulsório o ensino da história e da cultura africana e afro-brasileira em todo o currículo escolar, abarcando de forma explícita o campo das Artes. Logo, não se trata de uma abordagem opcional ou limitada a projetos extracurriculares, mas sim de um compromisso curricular legal e pedagógico, que é ratificado pela BNCC.
IV- As DCNs e a BNCC atribuem ao gestor escolar a responsabilidade exclusiva pela inserção da Arte no cotidiano escolar, cabendo ao professor apenas executar conteúdos previamente definidos, sem autonomia pedagógica. Ainda segundo esses dois documentos, o ensino de Arte deve concentrar-se apenas em datas comemorativas e apresentações escolares, não sendo necessário integrá-lo aos princípios de igualdade, diversidade cultural e gestão democrática.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Uma professora dos Anos Finais do Ensino Fundamental, ao comentar sobre sua prática em sala de aula, relatou: “Olha, na minha sala, eu sempre procuro trazer atividades diferentes para eles fazerem. Não fico só na explicação, não, porque acho cansativo, para mim e para eles. Peço que façam observações do que está acontecendo, anotem informações, organizem dados, comparem resultados e conversem sobre o que perceberam. Eles levantam hipóteses, testam suas ideias e depois compartilham o que descobriram, seja com a turma ou nos eventos da escola. Eu percebo que, desse jeito, eles participam mais, despertam a curiosidade e conseguem entender melhor o conteúdo”.

Considerando o contexto, à luz da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e dos pressupostos da perspectiva construtivista de ensino e aprendizagem apresentados por Zabala (1998), analise as assertivas a seguir. Fonte: ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,1998.

I- A prática relatada pela professora está alinhada a uma das Competências Gerais da BNCC, ao incorporar, em sala de aula, a abordagem própria das Ciências como estratégia estruturante do processo de ensino e aprendizagem.
II- A utilização de uma multiplicidade de estratégias de ensino, conforme relatado pela professora, é fundamental para o processo de ensino e aprendizagem, pois reconhece que os estudantes não aprendem da mesma maneira nem no mesmo ritmo e, portanto, não respondem igualmente às mesmas atividades.
III- Embora seja importante desenvolver diferentes atividades para oferecer aos estudantes condições favoráveis de aprendizagem, a avaliação deve considerar apenas o nível de compreensão que demonstram sobre o conteúdo, desconsiderando os esforços realizados.

É CORRETO o que se afirma em:
Sempre que era questionado por seus estudantes sobre aspectos do conteúdo ministrado em sala de aula, sobretudo quando buscavam relacioná-lo às próprias vivências, levantar dúvidas oriundas de suas experiências de vida ou confrontar o tema com seus entendimentos prévios, um professor tinha o hábito de responder: “Não vamos entrar no mérito da questão, porque não faz parte do nosso estudo”; “Isso não pertence a este assunto, veremos depois”; “Vocês pesquisam isso no celular depois”; ou ainda: “Não vamos entrar no mérito da questão agora. Vocês estudarão isso mais adiante”.

Considerando o contexto, à luz do conhecimento sobre as relações interativas estabelecidas em sala de aula e os pressupostos da perspectiva construtivista de ensino e aprendizagem apresentados por Zabala (1998), é CORRETO afirmar que:
Fonte: ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,1998.
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Releia o trecho abaixo:


"A escola gira e gira em um mundo irreal e sem importância, de conhecimentos mortos, em que o saber... é concebido como acúmulo de dados desconexos, datas, conceitos, fórmulas, números… recital de um rito sem sentido."


Para que a escola possa aproximar-se da vida, como sugere o autor, é necessário que o professor realize a transformação do conhecimento científico e cultural, denominado de "Saber Sábio", em conteúdo a ser ensinado nas escolas, o "Saber Ensinado".

No campo da Didática, o nome que se atribui a essa etapa de recontextualização e adaptação do saber para o ensino é

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Leia o texto abaixo:


As teorias modernas da educação hoje apresentam-se em várias versões, variando das abordagens tradicionais às mais avançadas, conforme se situem em relação aos seus temas básicos: a natureza do ato educativo, a relação entre sociedade e educação, os objetivos e conteúdos da formação, as formas institucionalizadas de ensino, a relação educativa. A literatura internacional e a nacional dispõem de conhecidas classificações de teorias da educação ora chamadas de tendências ou correntes, ora de paradigmas.[...] Sem pretender retomar as abordagens teóricas que resultam nas classificações de teorias pedagógicas, são modernas a pedagogia tradicional, a pedagogia renovada, o tecnicismo educacional e todas as pedagogias críticas inspiradas na tradição moderna como a pedagogia libertária, a pedagogia libertadora, a pedagogia crítico-social. Um olhar sobre as práticas pedagógicas correntes nas escolas brasileiras mostra que tais tendências continuam ativas e estáveis, mantendo seu núcleo teórico forte, ainda que as pesquisas dos últimos anos venham mostrando outras nuances, outros focos de compreensão teórica, outras formas de aplicabilidade pedagógica. A meu ver, não há outras boas razões para alterar essa classificação. Isso não significa que não se apontem novas tendências, algumas já experimentadas em nível operacional, outras ainda restritas ao mundo acadêmico.


Fonte: LIBÂNEO, J. C. As teorias pedagógicas modernas revisitadas pelo debate contemporâneo na educação. In: LIBÂNEO, J. C.; SANTOS, A. (org). Educação na era do conhecimento em rede e transdisciplinaridade. Campinas: Alínea,2005. p.15-58.


O autor Carlos Libâneo destaca-se na discussão sobre as Tendências Pedagógicas. Considerando as discussões tradicionais e contemporâneas sobre o assunto conforme a percepção desse autor, associe a Coluna A às descrições das práticas educativas na Coluna B.

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Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA da associação.