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No âmbito da gestão democrática, as instâncias colegiadas da escola, tais como Conselhos escolares, Grêmios estudantis, assumem papel fundamental. Elas possibilitam a participação efetiva da comunidade escolar (pais, alunos, professores e funcionários) no processo de tomada de decisões, contribuindo para a transparência administrativa e para a qualidade do ensino. Assim, pode-se afirmar corretamente que essas instâncias:
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é o documento que expressa a identidade da escola, explicitando seus princípios, metas e estratégias de ação pedagógica. Dessa forma, deve ser fruto de construção coletiva, envolvendo todos os segmentos da comunidade escolar. O PPP articula dimensões pedagógicas, administrativas e relacionais, assegurando coerência entre a prática cotidiana e os objetivos educacionais. Sendo assim, o PPP precisa considerar de maneira correta:
A escola é uma instituição social historicamente situada e cumpre um papel que vai muito além da simples transmissão de informações. Sua função social consiste em assegurar a democratização do acesso ao conhecimento, formar cidadãos críticos, desenvolver valores éticos e colaborar para a transformação da realidade. No entanto, em muitos contextos, a escola também reproduz desigualdades sociais, reforçando privilégios de determinadas classes. A concepção crítica de função social da escola destaca corretamente que:
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Animada, uma educadora dessa equipe sugeriu que também passassem a cultivar uma horta na unidade, que, como mencionado, é voltada para a educação infantil. Se a equipe pautar corretamente sua decisão a partir do que defende Tiriba, deve avaliar a proposta da professora como

Tiriba traz alertas importantes sobre a emergência planetária que enfrentamos na atualidade, identificando que “na origem da crise moral e espiritual de nossos dias, está uma falsa premissa de separação radical entre seres humanos e natureza e a ilusão antropocêntrica de que todos os seres e entes não humanos nos pertencem porque somos uma espécie superior”.


Nesse contexto, a autora problematiza o fato de se continuar, nas escolas, transmitindo às crianças