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Mazzotta (2011) identifica dois tipos de visão sobre a relação entre o portador de deficiência e a educação escolar. A visão tradicionalmente assumida na política educacional brasileira opera uma “vinculação do portador de deficiência à educação especializada”, concepção ilustrada pela figura a seguir, extraída da obra referida.
Imagem associada para resolução da questão
Mazzotta denomina essa visão como

Naturalizar é tornar algo habitual, comum, como se fosse parte da ordem natural das coisas. Naturalizar a não participação dos alunos com deficiência(s) nas atividades em grupo durante as aulas de Educação Física significa transmitir aos estudantes sem deficiência(s) a ideia de que é natural, compreensível e aceitável que os alunos com deficiência(s) não consigam participar.


Quando o professor de Educação Física age dessa maneira, é maior a probabilidade de os alunos sem deficiência(s) apresentarem, em relação aos alunos com deficiência(s), condutas de

Para que as competições que ocorrem no interior da escola estejam comprometidas com a educabilidade dos estudantes, Reverdito e colaboradores (“Competições escolares: reflexão e ação em pedagogia do esporte para fazer a diferença na escola”,2008) propõem que os jogos escolares sejam um

Quando são discutidas as diferentes formas de se ensinar em aulas de Educação Física, o lazer aparece como uma dessas possibilidades.


A forma de ensinar que educa por meio do lazer é aquela em que o componente

A abordagem crítico-emancipatória afirma que a Educação Física escolar é deficiente quando não aborda uma concepção crítico-progressista, quando desconsidera as experiências externas dos educandos e quando se resume a transmitir procedimentos de limitadas modalidades esportivas ou atividades de condicionamento físico.


Segundo a abordagem crítico-emancipatória, o ensino do esporte na escola deve se orientar pelas categorias trabalho, interação e linguagem, partindo da premissa de que o estudante é um