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Assinale a opção que apresenta corretamente um ensinamento de Jesus na parábola do mordomo infiel, no Evangelho de Lucas, cap. 16.
De acordo com Sathler-Rosa, o sofrimento humano, diante das novas formas de exclusão e desamparo, exige da teologia pastoral uma postura que
Veiga (1995) apresenta princípios norteadores do projeto político-pedagógico. Entre eles há um, consagrado constitucionalmente, que exige uma “ruptura histórica na prática administrativa da escola, com o enfrentamento das questões de exclusão e reprovação e da não-permanência do aluno na sala de aula, o que vem provocando a marginalização das classes populares”. Esse princípio busca integrar concepção e execução, teoria e prática, permitindo que educadores controlem o processo e o produto de seu trabalho. Isso envolve repensar a estrutura de poder da escola para promover a socialização do poder, incentivando a participação coletiva, reciprocidade, solidariedade e autonomia. Esse princípio de consolidação desafiadora é identificado pela autora como a
Lück (2015) apresenta um processo que se encarrega da “dinâmica do sistema de ensino como um todo e de coordenação das escolas em específico, afinado com as diretrizes e políticas educacionais públicas, para a implementação das políticas educacionais e projetos pedagógicos das escolas, compromissado com os princípios da democracia e com métodos que organizem e criem condições para um ambiente educacional autônomo (soluções próprias, no âmbito de suas competências) de participação e compartilhamento (tomada conjunta de decisões e efetivação de resultados), autocontrole (acompanhamento e avaliação com retorno de informações) e transparência (demonstração pública de seus processos e resultados)”.

Trata-se do conceito de
“Comecemos por um fato incontestável: enquanto grupo social, e em virtude das próprias funções que exercem, os professores ocupam uma posição estratégica no interior das relações complexas que unem as sociedades contemporâneas aos saberes que elas produzem e mobilizam com diversos fins”. Desse modo Tardif (2014) abre sua discussão sobre o saber docente, que o autor qualifica como um saber