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Joana é professora de Educação Especial e atua no atendimento educacional especializado, e Marcia é professora de sala regular do 4° ano de uma escola pública. Ambas conhecem os estágios do coensino segundo Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), de acordo com as quais, em um dos estágios acontece a comunicação mais frequente, abertura para o diálogo, construção de nível de confiança necessário para a colaboração, da forma como Joana e Márcia já têm atuado pelo processo de coensino.

Com base nos componentes do coensino, referenciado pelas autoras, Joana e Marcia atuam no estágio
Embora o tamanho da fonte e o tipo do lápis ou caneta não sejam parâmetros fixos para os alunos com baixa visão, por conta das especificidades de cada um, Lima (2018) indica que um determinado tamanho de fonte e tipos de lápis e canetas atendem às necessidades visuais da maioria de alunos com baixa visão.

Assinale a alternativa que menciona, correta e respectivamente, o tamanho de fonte e o tipo de lápis ou caneta que atendem à maioria dos alunos com baixa visão, segundo a sugestão da autora.
De acordo com Sampaio at al (2010), a iluminação natural é a preferida para a maioria dos alunos com baixa visão, no entanto, em determinados momentos, é necessária uma iluminação controlada. Nesse sentido, é importante considerar que existem alguns tipos de lâmpadas que, por emitirem uma luz de tonalidade azul, oferecem menor contraste e aumentam o ofuscamento, embora não gerem calor, por isso não são adequadas para aqueles que necessitam de alto contraste.

Essa descrição refere-se às lâmpadas
Quanto à importância do Soroban para as pessoas com deficiência visual, com base em Sampaio et al (2010), é correto afirmar que
Domingues (2010) afirma que a alfabetização é um processo complexo e dinâmico que envolve capacidades, conhecimentos e atitudes em uma rede de interações afetivas, sociais, cognitivas, linguísticas e motoras. E, para alfabetizar uma criança com cegueira, o educador precisa compreender como se dá o processo de construção de conhecimento por meio da experiência não visual.

Na concepção dessa autora, a melhor forma de alfabetizar crianças, inclusive as com cegueira, é por meio de
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