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Na perspectiva defendida por Santos e Araújo (2011) a respeito da educação inclusiva, as diferenças humanas são assumidas como
Carvalho e Oliveira (in Possani, Almeida e Salmaso, 2012) tratam da figura do supervisor-formador.
A partir das ideias de Ramalho, as autoras avaliam que não há mais espaço para o modelo hegemônico de formação, que enxerga o professor como
Nogueira (in Possani, Almeida e Salmaso, 2012) propõe-se a identificar condicionantes para as práticas diferenciadas que encontrou em três escolas, escolhidas por apresentarem experiências positivas na construção de caminhos próprios para uma educação pública com qualidade social a partir de sua abertura à comunidade e da implementação de um currículo diferenciado.
Entre os condicionantes básicos identificados, está
Ferreira (2010) defende que uma nova prática se impõe para a supervisão educacional, “não mais voltada só para a qualidade do trabalho pedagógico e suas rigorosas formas de realização”.
A isso, incorpora-se o compromisso com as políticas públicas, com a administração da educação no âmbito mais geral e com a construção de um novo
Mello (in Alves, 2014) busca compreender “como a escola opera a seletividade e a exclusão construindo o fracasso da criança pobre”, identificando dois elementos indissociáveis. Um deles é descrito pela autora como “o não saber ensinar, a falta de domínio do conteúdo do currículo e do manejo da situação de ensino”. Articulado a isso, Mello propõe o outro elemento, que “serve como álibi poderoso para descomprometer a escola com o fracasso dessas crianças”, ou seja, que funciona como uma desculpa para não assumir responsabilidades”.
Assinale a alternativa que identifica, correta e respectivamente, esses elementos.