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Questões por página:

Sobre o trabalho com fontes, temporalidades, territórios e escalas no ensino de História e Geografia nos anos iniciais, analise as afirmativas:


I – Fotografias, mapas e relatos reproduzem diretamente a realidade e possuem significado estável quando apresentam o mesmo lugar ou acontecimento.


II – A análise de uma fonte considera autoria, contexto de produção, finalidade, destinatários, silêncios e relações com outras evidências.


III – A mudança da escala de análise pode revelar relações entre experiências locais, decisões políticas, redes econômicas e processos ambientais amplos.


IV – A ordenação cronológica das fontes permite explicar transformações históricas como uma sequência progressiva de substituição do antigo pelo novo.


V – Relatos orais, documentos oficiais, mapas, objetos e observações de campo podem ser comparados para identificar perspectivas, permanências, conflitos e transformações.


Estão corretas, apenas, as afirmativas:

A história local tem sido indicada como necessária para o ensino por possibilitar a compreensão do entorno do aluno: escola, casa, comunidade, trabalho e lazer. Sobre a história local, é CORRETO afirmar que:

No artigo Por que visitar museus (Em: Circe Bittencourt, O saber histórico na sala de aula), Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos discutem as potencialidades educativas dos museus para o ensino de História. Nesse sentido, apresentam alguns pontos fundamentais que precisam ser levados em conta no planejamento de uma visita ao museu.


Assinale a alternativa que apresenta corretamente um desses pontos fundamentais.

Marcos Napolitano, no texto A televisão como documento (em: Circe Bittencourt (org.), O saber histórico na sala de aula), afirma que “para o professor de História, uma diferença entre o cinema e a televisão deve ser bem demarcada”.


Essa diferença refere-se

Em artigo publicado em 1998, Circe Bittencourt analisa propostas curriculares produzidas em quase todos os estados brasileiros, entre 1990 e 1995. Sobre essas propostas, a autora afirma:


Um ponto em que as propostas convergem refere-se à crítica às noções de tempo impostas pelos currículos anteriores, oriundos dos paradigmas positivistas e que devem ser superados.


(Circe Bittencourt, Capitalismo e cidadania nas atuais

propostas de História. Em: Circe Bittencourt (org.),

O saber histórico na sala de aula. Adaptado)


Nestas propostas curriculares, em geral, a superação “às noções de tempo impostas pelos currículos anteriores”, veio por meio