Filtrar


Questões por página:
De acordo com Artur Gomes de Morais, analise as afirmativas sobre consciência fonológica e alfabetização:

I. A consciência fonológica reúne habilidades distintas, relacionadas a palavras, sílabas, rimas e fonemas.
II. A segmentação fonêmica plenamente desenvolvida deve anteceder o contato sistemático com a escrita alfabética.
III. A apropriação do sistema de escrita e o desenvolvimento de habilidades fonológicas influenciam-se reciprocamente.
IV. O bom desempenho em atividades de rima comprova que a criança compreendeu como a escrita alfabética representa a fala.

Assinale a alternativa correta.
Durante uma sondagem, uma criança registra:

● BNC para “boneca”.
● CVL para “cavalo”.
● PRLT para “pirulito”.
● SOL para “sol”, explicando que uma palavra não poderia ser escrita com uma única letra.

Com base na Psicogênese da Língua Escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, esses registros indicam:
O professor de Língua Portuguesa do ensino básico deve estar voltado para a versatilidade do uso de diferentes tipos textuais a fim de direcionar o conhecimento linguístico do aluno-aprendiz. Para isso, o estreitamento da apresentação de textos diversos, principalmente aqueles mais próximos do cotidiano de leitura dos discentes, mostra-se como estratégia pedagógica válida para a execução desta tarefa. Diante disso, leia o texto a seguir antes de responder ao que se pede.

Captura_de tela 2026-08-12 143121.png (327×353)

Sobre o texto acima em relação ao uso de livros didáticos, é correto afirmar em relação ao comentário da personagem que:
TEXTO IV
Discussão – o que é isso?

A palavra discussão tem sentido bastante controverso: tanto pode indicar a hostilidade de um confronto insanável (“a discussão entre vizinhos acabou na delegacia”) como a operação necessária para se esclarecer um assunto ou chegar a um acordo (“discutiram, discutiram e acabaram concordando”). Mas o que toda discussão supõe, sempre, é a presença de um outro diante de nós, para quem somos o outro. A dificuldade geral está nesse reconhecimento a um tempo simples e difícil: o outro existe, e pode estar certo, sua posição pode ser mais justa do que a minha.
Entre dois antagonistas há as palavras e, com elas, os argumentos. Uma discussão proveitosa deverá ocorrer entre os argumentos, não entre as pessoas dos contendores. Se eu trago para uma discussão meu juízo já estabelecido sobre o caráter, a índole, a personalidade do meu interlocutor, a discussão apenas servirá para a exposição desses valores já incorporados em mim: quero destruir a pessoa, não quero avaliar seu pensamento. Nesses casos, a discussão é inútil, porque já desistiu de qualquer racionalização.
As formas de discussão têm muito a ver, não há dúvida, com a cultura de um povo. Numa sociedade em que as emoções mais fortes têm livre curso, a discussão pode adotar com naturalidade uma veemência que em sociedades mais “frias” não teria lugar. Estão na cultura de cada povo os ingredientes básicos que temperam uma discussão. Seja como for, sem o compromisso com o exame atento das razões do outro, já não haverá o que discutir: estaremos simplesmente fincando pé na necessidade de proclamar a verdade absoluta, que seria a nossa. Em casos assim, falar ao outro é o mesmo que falar sozinho, diante de um espelho complacente, que refletirá sempre a arrogância da nossa vaidade.

(COSTA, Teobaldo, inédito)

Entendendo-se a Linguagem como instrumento de interação social num contexto civilizado, deve-se incutir tal processo no âmbito de ensino-aprendizagem de forma ampla. Assim, diante do que fora exposto no texto IV enquanto mensagem, compreende-se que o ato de “discutir”
As orientações curriculares para o ensino de História no Ensino Fundamental destacam a importância da análise de diferentes experiências humanas no tempo e da compreensão das relações entre sociedade, memória e cultura. Nesse contexto, o trabalho pedagógico busca desenvolver habilidades relacionadas à interpretação crítica e ao reconhecimento da diversidade de sujeitos históricos. Considerando especificamente práticas pedagógicas coerentes com a BNCC, é correto afirmar que: