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A missão, segundo Bosch, requer diálogo, no mundo plural em termos teológicos,
pois somente aí será possível a experiência da tensão criativa. Reconhecer-se o
pluralismo teológico, mas preservado cada um em sua redoma, asséptico, é o
prenuncio da eclosão de absolutismos e fundamentalismos radicais.
Dialogar pressupõe admitir a coexistência de crenças diversas, compromisso com o outro, abdicação do preconceito, postura humilde, reconhecimento que existem eixos históricos e teóricos válidos em cada religião e disposição à transformação.
A partir desta compreensão Bosch sinaliza o espectro do diálogo na perspectiva da missão com a expressão
Dialogar pressupõe admitir a coexistência de crenças diversas, compromisso com o outro, abdicação do preconceito, postura humilde, reconhecimento que existem eixos históricos e teóricos válidos em cada religião e disposição à transformação.
A partir desta compreensão Bosch sinaliza o espectro do diálogo na perspectiva da missão com a expressão
Segundo Berkhof, Teologia Sistemática tradicional sempre apresentou como tema
inicial a doutrina de Deus. Ele aponta Schleiermacher como o contraponto dessa
tendência na modernidade. Para Berkhof, essa possibilidade é
A Missiologia contemporânea se vê arguída por temáticas novas que não faziam
parte do espectro missionário da igreja cristã nos seus primórdios, segundo aponta
Bosch.
Teólogos e teólogas se veem às voltas com problemas que desafiam a harmonia da essência da fé cristã com o cotidiano da igreja-em-missão. Dentre as problemáticas modernas estão: exploração humana, as injustiças sociais, o racismo, o sexismo, a preservação do meio ambiente, a suspeita de uma salvação hegemônica por meio de uma única religião, a tecnologia e as pesquisas das novas ciências, tais como: a pós-humanidade, que desperta o desassossego, desafia a cosmovisão cristã, em especial, a dos teólogos da missão.
Diante desta realidade, Bosch afirma que a teologia da missão
Teólogos e teólogas se veem às voltas com problemas que desafiam a harmonia da essência da fé cristã com o cotidiano da igreja-em-missão. Dentre as problemáticas modernas estão: exploração humana, as injustiças sociais, o racismo, o sexismo, a preservação do meio ambiente, a suspeita de uma salvação hegemônica por meio de uma única religião, a tecnologia e as pesquisas das novas ciências, tais como: a pós-humanidade, que desperta o desassossego, desafia a cosmovisão cristã, em especial, a dos teólogos da missão.
Diante desta realidade, Bosch afirma que a teologia da missão
Para Bultmann o Novo Testamento é um documento que melhor se posiciona como
No final da década de 60 Jürgen, Moltmann e Johann Metz gestaram as bases de
uma Teologia denominada Teologia Política, indicando que “a teologia não descreve
mais a fé somente com categorias intelectuais, existenciais e personalistas, como
adesão, decisão encontro, mas capta-a na dimensão política de seu fazer-se práxis
na história e na sociedade". O interesse, portanto, desta teologia é a relação da
mensagem cristã com o contexto sócio-político-cultural, apontando para a relevância
pública da Igreja.
A partir disto, segundo Castro, é equivocada a afirmação de que a Teologia Política
A partir disto, segundo Castro, é equivocada a afirmação de que a Teologia Política