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Avalie o texto a seguir e assinale a alternativa que representa o conceito descrito: É natural as religiões fazer representações dos seus valores, tanto nos momentos de celebração da fé, quanto nos ensinamentos teológicos. Nesse sentido, existe um arquétipo de atos, trabalhos artístico, eventos que buscam aproximar e relacionar a humanidade com a espiritualidade e seus valores morais. É uma essência presente em cada hábito e prática mística, com o poder representativo do sagrado.

As raízes históricas cristãs, com suas pretensões teológicas, apoiam-se em um Deus crucificado, com a confiança incondicional do Filho. Nessa relação de apoio e confiança em Jesus, há uma representação profunda da angústia de todos os sofredores da história. Isso, na exegese teológica, significa que:

Analise as assertivas abaixo, considerando a relação entre valores éticos, teologia e religiosidade e as mutações históricas entre ambos os conceitos:

I. O destino da humanidade requer um posicionamento, uma contemplação acerca das mudanças contínuas que afetam pessoas e instituições. Tal posicionamento obrigaria as pessoas a fazer opções e escolhas diante de uma pluralidade de desafios.

II. A capacidade de gestar a ética, de operar estrategicamente em momentos inesperados, por circunstâncias fundamentadas no amor solidário, é um desafio a ser gestado pelas religiões.

III. O olhar teológico precisa peregrinar alicerçado na dimensão da fé, refletindo as questões e os paradigmas que enfrentam a humanidade, postulando a esperança e o sentido da vida.

IV. Valores, teologia, fé e razão são princípios dissociáveis na humanidade, pois o destino do homem tem a ver com as profundas continuidades e descontinuidades de suas convicções e práticas teológicas.

Quais estão corretas?

Com relação ao Novo Testamento da Bíblia cristã, uma das alternativas a seguir é INCORRETA:

A chamada ''Carta de Aristeias'' conta que o rei do Egito, Ptolomeu IV Filadelfo (285 a 247 a.C.) patrocinou a tradução das escrituras dos judeus para a língua grega. Segundo a referida carta, Ptolomeu IV solicitou ao sumo sacerdote Eleazar, em Jerusalém, uma cópia do texto hebraico e tradutores para a realização da obra. O sumo sacerdote enviou, então, uma comissão de tradução formada por 72 piedosos eruditos judeus, seis de cada tribo dos filhos de Israel, cujos nomes são listados na carta (§ 45-51), que foram recebidos com festa pelo rei em Alexandria. O relato da Carta afirma ainda que esses 72 levaram 72 dias para concluir a tradução do hebraico para o grego. Terminado o trabalho, o bibliotecário do rei, Demétrio, leu o texto em voz alta para a comunidade judaica, que o acolheu com aclamação unânime.


O texto se refere à versão grega do Antigo Testamento conhecida pelo nome de: