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Outrora, no dia mais santo para o povo judeu, o Sumo Sacerdote sacrificava um touro, em reparação pelo seu pecado e o dos sacerdotes de Aarão. Ele, então, transpunha o véu do Santuário e entrava no recinto mais restrito do Templo, chamado ''O Santo dos Santos'' – algo que somente a ele era permitido fazer, e uma só vez no ano – para incensar e aspergir o propiciatório com o sangue da vítima. Em seguida, imolava um bode, pelo pecado do povo, e fazia com o sangue do bode o mesmo que fizera com o sangue do touro. Assim, criam os antigos judeus, estavam reatados seus laços de amizade com Deus, pois os pecados de toda a nação tinham sido perdoados.


O texto refere-se à celebração judaica denominada:

O rio Ganges, o Muro das Lamentações e a cidade de Meca são, respectivamente, lugares sagrados das seguintes religiões:

''O Alcorão representa a integridade do que o muçulmano considera como tendo sido objecto de uma revelação ao Profeta. Não é uma coletânea do que o Profeta disse ou fez, sob o efeito de uma inspiração divina'' (DELUMEAU, J. As grandes religiões do mundo. Lisboa: Presença, 1997. p. 291).


O texto refere-se ao livro que orienta a fé dos mulçumanos, denominado ''Alcorão'' (que provém da raiz semítica Kr’), um termo cujo significado é:

Estrela identificada como o símbolo maior de um povo, caracteriza a proteção de Deus para com ele. É formada por dois triângulos sobrepostos, iguais (tendo um a ponta para cima e o outro para baixo), cujas pontas simbolizam a base da sua religião. Trata-se do símbolo do:

Venerados, desde os primeiros séculos do Cristianismo e geralmente acondicionados em nichos apropriados, os restos materiais de pessoas consideradas santas (objetos pessoais ou partes do corpo) – que geralmente faziam a sua memória enquanto intercessores junto a Deus – são denominados: