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Iamamoto e Carvalho (1985) explicitam o desenvolvimento do trabalho profissional no campo da reprodução do controle e da ideologia dominante nos marcos da produção e reprodução das relações sociais capitalista. Afirmam que “pode o profissional limitar-se a responder às demandas do empregador, confirmando-lhe sua adesão, ou lançar-se no esforço coletivo junto à categoria, aliada aos demais profissionais e aos setores populares, de propor e efetivar uma direção alternativa àquela proposta pelos setores dominantes para a intervenção técnica” (p.122). Essas possibilidades estão circunscritas na condição de trabalhador/a assalariado/a que dispõe, portanto, de

Nogueira (2011) destaca que a contribuição do discurso acerca dos determinantes sociais da saúde pode ser visualizada a partir de sua relação com as três dimensões do Serviço Social - a teórico-metodológica, a ético-política e a técnico-operativa.


Constituem ações profissionais no âmbito técnico-operativo:

Os questionamentos, análises e reflexões sobre o Serviço Social, desde a década de 1980, nos marcos de um determinado arcabouço teórico-metodológico que descortinou o conservadorismo presente na prática profissional, contribuíram para o “repensar” heterogêneo da profissão e, também, para a sua renovação. Não se trata apenas de uma revisão bibliográfica, nem tampouco uma mudança pontual nos processos de formação profissional. Relaciona-se com novas demandas, necessidades, princípios e posturas indissociáveis da realidade social, pautada pelo agravamento sócio-histórico das expressões da questão social e pela precarização das políticas sociais que incidem nas condições de vida de segmentos populacionais que dependem do trabalho para viverem e sobreviverem. Ao se terem como parâmetro os fundamentos históricos, teórico-metodológicos do Serviço Social brasileiro, assinale a única alternativa abaixo que aponta equívocos sobre essa referida profissão:
São consideradas dimensões constitutivas – basilares – que fundamentam, demarcam capacidades e norteiam o trabalho profissional dos assistentes sociais, EXCETO:
O atual projeto de formação profissional em Serviço Social demarca a necessidade de uma formação competente técnica, teórica e eticamente, entendidas como indissociáveis entre si. Nesse contexto, Iamamoto (1998), no seu livro "Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho e formação profissional", aponta para a necessidade de romper com a visão endógena e focalista do Serviço Social, uma visão de dentro do Serviço Social, prisioneira em seus muros internos” (p.20). Assim, quando o(a) assistente social privilegia a eficiência técnica, de forma isolada, correm o risco de cair na armadilha do