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Caso hipotético: Durante acompanhamento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), um paciente de 48 anos, que permaneceu internado por 75 dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) devido a um quadro grave, relata mudanças importantes após 3 meses da alta hospitalar. Apresenta sintomas de revivescência do evento traumático, caracterizados por pesadelos recorrentes relacionados ao período de internação. Relata também comportamentos de evitação, recusando-se a falar sobre a experiência vivida e a retornar ao hospital, mesmo para consultas de acompanhamento. Evidenciam-se ainda sintomas de hiperativação, como irritabilidade, hipervigilância, dificuldade de concentração e resposta de sobressalto exagerada. Além disso, familiares observam alterações negativas em cognições e humor, incluindo humor persistentemente negativo (tristeza e isolamento) e sensação de realidade alterada.
Considerando o conjunto das manifestações apresentadas, é CORRETO afirmar que o quadro clínico sugere transtorno:
Mariana, de 27 anos, procurou atendimento especializado por apresentar intensa ansiedade em situações sociais e interação com pessoas estranhas. Relata medo de falar em público, evitar reuniões de trabalho e dificuldade em iniciar conversas com desconhecidos. Refere pensamentos automáticos como “vou passar vergonha” e “as pessoas vão me julgar”. Apesar disso, deseja melhorar seu desempenho profissional e social.

Considerando o caso descrito e as técnicas da terapia cognitivo‑comportamental (TCC), qual o componente dessa intervenção seria mais indicado como o foco inicial para o manejo do transtorno de ansiedade social?
Alguns avanços na abordagem das síndromes psiquiátricas do puerpério (como depressão pós-parto, psicose puerperal e transtornos ansiosos) foram implementados gradualmente nos últimos anos em maternidades e Unidades Básicas de Saúde.

Em relação às práticas atuais, assinale a alternativa correta.
Segundo o DSM-5-TR, assinale a opção que associa, corretamente, o critério ao diagnóstico.
Paciente de 38 anos, servidora pública, apresentou episódio súbito no ambiente de trabalho com palpitações, tremores, sudorese, dispnéia e medo intenso de morrer, que durou cerca de 20 minutos. Após o evento, permaneceu apreensiva e com dificuldade de retornar ao local por receio de nova crise.

Sobre o quadro descrito, pode-se afirmar que