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Mulher,77 anos, professora aposentada, procura atendimento por queixas de “falhas de memória” e sensação constante de inquietação. Relata preocupação excessiva com doenças, dificuldade para relaxar, tensão muscular e sono não reparador. Demonstra medo persistente de desenvolver demência. Durante a avaliação, mantém-se orientada, com discurso organizado, porém com evidente distraibilidade. Teste cognitivo mostra desempenho preservado, exceto leve dificuldade de evocação tardia (MEEM 26/30, ensino superior). Nega tristeza persistente, mas descreve sensação de apreensão diária. Familiares relatam comportamento repetitivo de checagem de exames e consultas médicas frequentes. Considerando o diagnóstico mais provável de acordo com a descrição apresentada, é correto afirmar que:
Esta entidade caracteriza-se por tratar de pensamentos, imagens mentais ou impulsos para agir, quase sempre angustiantes para o sujeito. Às vezes, trata-se de hesitações intermináveis entre várias opções, que se acompanham frequentemente de uma incapacidade de tomar decisões banais, mas necessárias à vida cotidiana. Existe uma relação particularmente estreita entre as ruminações obsessivas e a depressão, e deve-se somente preferir um diagnóstico de transtorno obsessivo-compulsivo quando as ruminações surgem ou persistem na ausência de uma síndrome depressiva. Qual alternativa apresenta a entidade referida?
Sobre o tratamento farmacológico do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), assinale a alternativa correta:
O transtorno do pânico em idosos pode apresentar desafios diagnósticos e terapêuticos específicos, devido à sobreposição de sintomas com condições clínicas e aos riscos de eventos adversos de medicações. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:
Eliana é uma adolescente cisgênera preta de 16 anos, com parceria fixa. Vem à consulta porque não aguenta mais se sentir tão no limite o tempo todo. Sente inquietação, dificuldade para começar a dormir, preocupação com o futuro e pensamentos catastróficos recorrentes, sempre tem medo de que o pior desfecho possível de uma situação irá ocorrer. Os sintomas já estão presentes há 1 ano, quase todos os dias. Nega comorbidades, uso de substâncias ou medicações de uso contínuo. Chegou a iniciar tratamento com Fluoxetina no passado, mas logo desenvolveu manchas vermelhas no corpo e parou por orientação de sua amiga enfermeira. Buscou novamente o psiquiatra, que lhe receitou então a Sertralina - dessa vez, sentiu que os medos e preocupações se intensificaram logo na primeira semana de uso, e decidiu parar por conta própria. Eliana, então, pede a você que arrume alguma solução para essa situação "de uma vez por todas".

Baseado na melhor evidência científica disponível, qual dos seguintes tratamentos propostos seria mais bem indicado?