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Em um lote urbano com área de 10.000 m², foi implantada uma edificação com 36.500 m² de área edificada total. Desse total,12.500 m² correspondem à área não computável, situada em 2 (dois) subsolos, cada qual com 6.250 m², destinados integralmente a estacionamento. A área computável acima do nível do solo totaliza 24.000 m². O pavimento térreo apresenta 5.000 m² de área construída, dos quais 3.200 m² destinam-se a comércio e 800 m² a equipamentos coletivos. Os demais 22 (vinte e dois) pavimentos, com 850 m² cada, são destinados a unidades residenciais.
Considerando as definições usuais de coeficiente de aproveitamento (CA) — razão entre a área computável e a área do terreno — e de taxa de ocupação (TO) — razão entre a projeção da edificação no pavimento térreo e a área do lote —, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os dois parâmetros.
Considere um terreno com área de 5.000 m², no qual foi implantada uma edificação com 5.000 m² de área computável. A projeção da edificação no pavimento térreo é de 2.500 m². Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, o coeficiente de aproveitamento (CA) e a taxa de ocupação (TO) CORRETOS:
Ao examinar a contribuição de Vicente Del Rio para o campo do Desenho Urbano, conforme sistematizada na obra Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento, amplamente adotada como referência no planejamento urbano brasileiro, identificam-se formulações que integram fundamentos conceituais, evolução histórica e métodos de intervenção orientados à qualificação do ambiente construído. À luz desses referenciais teóricos e metodológicos, analise as assertivas a seguir, que sintetizam aspectos centrais da abordagem proposta pelo autor.

I - O texto apresenta o Desenho Urbano como disciplina constituída a partir de uma crítica consistente ao Movimento Moderno, particularmente nas décadas de 1960 e 1970, período em que emergiram debates sobre a fragmentação urbana e sobre a necessidade de abordagens mais sensíveis à forma e ao uso dos espaços públicos.
II - A obra propõe uma estrutura metodológica multidisciplinar que integra Morfologia Urbana, Análise Visual, Percepção Ambiental e Comportamento Ambiental como eixos complementares para orientar tanto o diagnóstico quanto as intervenções em cidades.
III - Entre os exemplos analisados, o autor destaca experiências contrastantes, como o processo de revitalização de Baltimore, nos Estados Unidos, e o projeto de urbanização da Favela da Maré, no Rio de Janeiro, ilustrando práticas diversas de intervenção física e social.
IV - O texto enfatiza ainda a necessidade de instrumentos contemporâneos e flexíveis de implementação, incluindo mecanismos como o "solo criado", concebidos para fortalecer a qualidade físico-espacial e preservar a identidade urbana, articulação que reforça abordagens democráticas e participativas no planejamento.

Com base nessas proposições, assinale a alternativa CORRETA.
No transporte coletivo, como em ônibus urbanos, a faixa mínima livre para circulação de pessoas com deficiência em locais de embarque e desembarque é de
As ilustrações a seguir exibem aspectos de uso e ocupação do solo urbano na cidade de Marabá-PA, especificamente nas imediações do distrito da Nova Marabá, destacando a quadra principal do Campus I da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa). Em termos paisagísticos e ambientais, podemos afirmar que o citado Campus I situa-se na microbacia hidrográfica urbana da Prainha do Rio Itacaiúnas, a 240 m da Rodovia Transamazônica e a 1 km do Rio Itacaiúnas, dentro da cidade de Marabá. Esta microbacia tem cotas altimétricas mais baixas nas proximidades do Rio Itacaiúnas (em torno de 85 metros acima do nível do mar) e mais altas nos sentidos opostos, como a Norte (110 metros), a Nordeste (105 metros) e a Noroeste (110 metros). A área desta microbacia pode ser dividida nas seguintes categorias:

Q37_1.png (685×117)

Q37_2.png (648×457)
Mapa 1 Microbacia hidrográfica urbana da Prainha do Rio Itacaiúnas, imediações do distrito da Nova Marabá, em Marabá-PA. Poligonal do Campus I da Unifesspa, logradouros, hidrografia, classes de cobertura e uso da terra. Fontes: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Censo demográfico 2022. Rio de Janeiro: IBGE,2022. Disponível em: . Acesso em 01 fev.2025; IBGE. Bacias e divisões hidrográficas do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE,2017. Disponível em: < https://www.ibge.gov.br/geociencias/cartas-e-mapas/informacoes-ambientais/31653-bacias-e-divisoes-hidrograficas-dobrasil.html>. Acesso em: 01 fev.2025; INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). TOPODATA.05S495SN. Imagem digital [formato GEOTIFF] 5400 x 3600 p., banda 1, coord. -49,5 / -5,0 SIRGAS 2000 UTM 22N; Landsat 8 OLI-TIRS. Disponível em: < https://www.dsr.inpe.br/topodata/ >. Acesso em: 01 fev.2025; Landsat 8 OLI-TIRS. Imagem digital [formato GEOTIFF] (bandas 4 e 5),7621 x 7771 p.,629385.0000000000000000, -523785.000000000000000, WGS 84 / UTM zona 22N. Disponível em: . Acesso em: <usgs.gov/earthexplorer>. Acesso em: 01 fev.2025.

Do ponto de vista paisagístico e do planejamento ambiental, podemos dizer que