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Em relação a mecânica pulmonar na ventilação mecânica é correto afirmar que:
Na avaliação da necessidade da ventilação mecânica invasiva no adulto é correto afirmar que:
Paciente 75 anos, masculino, em uso de sedação, em ventilação mecânica invasiva, modo assisto-controlada à volume, com os seguintes parâmetros: volume corrente (VC) de 350 mL, Volume minuto (Vmin) de 2,9 mL, frequência respiratória (FR) 13 incursões por minutos, relação inspiração-expiração (I:E) de 1:3, Pressão expiratória final positiva (PEEP) 7 cmH20, tempo inspiratório de 1,2 segundos, FiO2 50%. Na gasometria, pH= 7,15, PaO2= 90 mmHg, PaCO2= 65 mmHg, HCO3= 24 mEq/l, Saturação de O2= 95%. Com base nos parâmetros da ventilação mecânica e no exame de gasometria, quais ajustes são necessários?

Valores de referência
pH 7,35 - 7,45 PaCO2 35 mmHg - 45 mmHg PaO2 80 mmHg - 100 mmHg HCO3 21 – 26 mEq/l BE -2 +2 Saturação O2 95%
A PEEP é a manutenção de uma pressão supraatmosférica ao final da expiração e pode ser utilizada associada a todos os modos ventilatórios. Geralmente, essa terminologia é utilizada em pacientes em ventilação mecânica (VM) controlada ou assistida, mas quando aplicada em ventilação espontânea, o termo CPAP (continuous positive airway pressure) passa a ser utilizado. Os efeitos da PEEP sobre o volume pulmonar e a troca gasosa dependem da mecânica pulmonar do paciente, que está relacionada com a fase de evolução da doença pulmonar. Apesar de haver vários efeitos benéficos da PEEP, há também seus efeitos adversos. Diante do exposto, assinale a alternativa que não apresenta efeitos benéficos da PEEP.  
A fisiopatologia da doença e a condição clínica do paciente são cruciais para a aplicação adequada da ventilação mecânica e um modo ventilatório pode ser descrito de acordo com as seguintes variáveis: de controle, de fase e condicional. Sendo assim, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o modo ventilatório descrito: “É um modo de suporte ventilatório parcial, que auxilia a ventilação espontânea iniciada pelo drive do paciente por meio de um nível constante de pressão positiva nas vias aéreas, tornando possível ao paciente o controle do disparo e do tempo inspiratório e expiratório. Esse é um modo ventilatório ciclado a fluxo, com o término da fase inspiratória determinado por diferentes critérios entre os ventiladores. A maioria dos aparelhos interrompe o fluxo inspiratório quando este atinge 25% do pico de fluxo, mas pode ser interrompido também por um fluxo mínimo e predeterminado para o final da inspiração (4 ?/min, 5 ?/min, 6 ?/min, 10 ?/min), de acordo com o modelo e o fabricante do ventilador. O fluxo inspiratório e o volume corrente dependem do nível de pressão aplicada, da intensidade do esforço do paciente e da impedância do sistema respiratório (complacência e resistência). Consequentemente, a ventilação não é garantida, dependendo de um drive respiratório estável. Os ajustes pré-fixados, necessários para iniciar esse modo, são o modo bilevel (ou binível – dois níveis de pressão), que possibilita ciclos espontâneos, a sensibilidade do ventilador e o nível de pressão de suporte. As demais variáveis do ciclo serão determinadas pelo paciente. A graduação da intensidade do trabalho respiratório do paciente é determinada pelo nível de pressão ajustada, prevenindo a fadiga muscular decorrente do trabalho excessivo e a atrofia muscular, resultante da assistência ventilatória e da sedação prolongadas.”