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Paciente feminino, 4 anos e 3 meses, encaminhada ao
ambulatório de gastroenterologia pediátrica por atraso de
crescimento e episódios de diarreia intermitente há 8?meses. Pais
referem distensão abdominal progressiva, irritabilidade e perda
ponderal de 1,2 kg no período. No histórico alimentar, a criança
consome pão, massas e farináceos diariamente. Gestação sem
intercorrências; aleitamento materno exclusivo até 5?meses;
alimentação complementar introduzida aos 7?meses.
Antecedentes familiares: mãe com tireoidite de Hashimoto, primo materno com doença celíaca. Exame físico: peso 13,1 kg (<?p5), estatura 94 cm (<?p5), IMC 14,8 kg/m²; abdome globoso, sem visceromegalias; mucosas hipocrômicas; unhas quebradiças. Sem edemas. Desenvolvimento neuropsicomotor preservado para idade. O laboratório revela: Hemograma: Hb 9,2 g/dL, VCM 70 fL, RDW 17?%; ferritina 9?ng/mL (VR?>?15 ng/mL); albumina 4,1?g/dL; PCR <?0,5?mg/dL; IgA sérica total 110 mg/dL (VR 20-150?mg/dL); coprocultura e exame parasitológico negativos.
Considerando o quadro clínico e a suspeita de doença celíaca, o próximo passo diagnóstico mais adequado é
Antecedentes familiares: mãe com tireoidite de Hashimoto, primo materno com doença celíaca. Exame físico: peso 13,1 kg (<?p5), estatura 94 cm (<?p5), IMC 14,8 kg/m²; abdome globoso, sem visceromegalias; mucosas hipocrômicas; unhas quebradiças. Sem edemas. Desenvolvimento neuropsicomotor preservado para idade. O laboratório revela: Hemograma: Hb 9,2 g/dL, VCM 70 fL, RDW 17?%; ferritina 9?ng/mL (VR?>?15 ng/mL); albumina 4,1?g/dL; PCR <?0,5?mg/dL; IgA sérica total 110 mg/dL (VR 20-150?mg/dL); coprocultura e exame parasitológico negativos.
Considerando o quadro clínico e a suspeita de doença celíaca, o próximo passo diagnóstico mais adequado é
Lactente masculino de 6 meses, nasceu a termo com 39?semanas
via parto vaginal, peso ao nascer 3.200 g. Recebeu vitamina?K,
BCG e 1ª dose de hepatite?B na maternidade. Aos 5?meses, foi
internado por pneumonia grave e candidíase oral refratária.
Investigação imunológica: linfócitos T CD3+ 180?cél/mm³,
linfócitos B CD19+ 22?cél/mm³, NK 45?cél/mm³ com o diagnóstico
de Imunodeficiência Combinada Severa (SCID) ligada ao X. Realiza
IVIG mensal (400?mg/kg), TMP?SMX e fluconazol profiláticos.
Transplante de células?tronco hematopoiéticas (TCTH)
programado em 2?meses.
A conduta vacinal mais apropriada neste momento é
A conduta vacinal mais apropriada neste momento é
Recém-nascida do sexo feminino, com 38 semanas e pré-natal
adequado sem intercorrências. Nasce de parto vaginal com
líquido amniótico claro, de mãe que não fez uso sedativos. Peso
ao nascer: 3.150 g. No momento do nascimento, a equipe
identifica que a bebê está hipotônica, em apneia e apresenta
FC de 80 bpm. Foi realizado aquecimento, posicionamento da via
aérea e estímulo tátil por 30 segundos, sem resposta. Apgar: 3 no
1º minuto e 6 no 5º minuto. Inicia-se então ventilação com
pressão positiva (VPP) com máscara e balão autoinflável. Após
30 segundos, há melhora da frequência cardíaca para 110 bpm,
porém a apneia persiste.
Diante do quadro descrito, a próxima conduta no manejo dessa apneia persistente deve ser
Diante do quadro descrito, a próxima conduta no manejo dessa apneia persistente deve ser
Paciente do sexo masculino, 10 anos, portador de leucemia
linfoblástica aguda em indução (dia?14 de quimioterapia), com
neutropenia absoluta (<?500?cél/mm³) com cateter venoso
central tipo Port?a?Cath. É atendido na emergência com febre de
39,2 oC, prostração progressiva e extremidades frias há 3 horas.
Na triagem apresenta: PA 78/45 mmHg (percentil < 5 para a
idade), FC 152 bpm, FR 32 ipm, SatO? 93 % em ar ambiente,
tempo de enchimento capilar 5 s, pulsos periféricos filiformes.
Diurese das últimas 6 h: 0,3 mL/kg/h. Ausculta cardíaca e
pulmonar sem alterações. Abdome sem visceromegalias. Pele
sem exantemas visíveis. Exames iniciais: lactato sérico
4,2?mmol/L, leucócitos totais 1.500 cél/mm³ com 4?% neutrófilos,
hematócrito 28?%, plaquetas 48.000/mm³, PCR 10 mg/dL.
Glicemia 84 mg/dL. Cateter aparentemente pérvio, sem sinais
flogísticos cutâneos. Equipe de enfermagem já obteve acesso
venoso periférico calibre 20 G bilateralmente. Diante do quadro
descrito, das seguintes condutas, assinale a que representa o
manejo inicial mais adequado ainda na primeira hora de
atendimento (terapia de “hora de ouro”).
Paciente de 9 anos, cursando o 3º ano do ensino fundamental, é
trazido pela mãe por apresentar, há cerca de 2 anos,
comportamento cada vez mais desafiador e conflituoso em casa e
na escola. Relatos incluem discussões frequentes com adultos,
recusa em obedecer regras, irritabilidade, e tendência a culpar os
outros por seus próprios erros. Na escola, o paciente costuma
contestar professores e provocar colegas, sem, contudo,
envolver?se em agressões físicas graves ou destruição de
propriedade.
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é