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Primigesta de 28 anos, com 33 semanas de gestação, pré-natal
de risco habitual, chega ao pronto-atendimento obstétrico
relatando saída de líquido claro pela vagina há cerca de 2 horas.
Ao exame físico, sinais vitais normais, tônus uterino normal, não
há presença de contrações, altura uterina é compatível com a
idade gestacional, movimentos fetais presentes e frequência
cardíaca fetal de 140 bpm. Ao exame especular, nota-se saída
de líquido amniótico claro pelo orifício externo do colo uterino.
Após a prescrição de antibiótico e corticoterapia antenatal, a conduta adequada a ser adotada é prescrever
Após a prescrição de antibiótico e corticoterapia antenatal, a conduta adequada a ser adotada é prescrever
Paciente de 43 anos, sexo feminino, internada em enfermaria
de cirurgia. Refere icterícia, colúria e acolia, iniciadas há 72
horas. Paciente nega tabagismo, comorbidades ou episódios
semelhantes previamente.
Exame físico: ictérica (+++/++++), dor à palpação profunda de hipocôndrio direito; frequência cardíaca de 83 bpm; pressão arterial de 123 x 76 mmHg; temperatura axilar de 37,4 °C.
Ultrassonografia de abdome: presença de múltiplas imagens móveis e arredondadas, de 0,5 a 1 cm de diâmetro, e dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. Exames laboratoriais:
Nesse momento, quais são, respectivamente, o diagnóstico sindrômico e o exame complementar mais indicados para prosseguir à investigação?
Exame físico: ictérica (+++/++++), dor à palpação profunda de hipocôndrio direito; frequência cardíaca de 83 bpm; pressão arterial de 123 x 76 mmHg; temperatura axilar de 37,4 °C.
Ultrassonografia de abdome: presença de múltiplas imagens móveis e arredondadas, de 0,5 a 1 cm de diâmetro, e dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. Exames laboratoriais:
Nesse momento, quais são, respectivamente, o diagnóstico sindrômico e o exame complementar mais indicados para prosseguir à investigação?
Mãe de menina de 7 anos, em consulta na Unidade Básica de
Saúde (UBS), relata preocupação por a filha ser a menor de sua
sala de aula. Nega intercorrências nos períodos gestacional e
neonatal. Nega internações ou uso de medicações contínuas.
Exame físico sem alterações, estágio de desenvolvimento de
Tanner M1P1; peso de 19 kg (z -1); estatura de 1,07 m (-3 < z
< -2) com alvo de 1,50 m (z -2); índice de massa corporal de 16,6
(0 < z < +1); relação entre segmento superior e segmento inferior
de 1,02 (valor de referência para a idade: 1 a 1,3). Em consulta
com 6 anos e 8 meses, apresentava peso de 17 kg (-2 < z < -1);
estatura de 1,05 m (-3 < z < -2); índice de massa corporal de 15,4
(z 0), quando foi realizado cálculo de idade óssea compatível
com 5 anos e 10 meses.
A hipótese diagnóstica adequada para o caso é
A hipótese diagnóstica adequada para o caso é
Homem de 30 anos chega para consulta em Unidade Básica de Saúde (UBS) devido à astenia e úlcera no pênis. Trabalha como profissional do sexo e nem sempre faz uso de preservativo. Há cerca de 3 meses, vem notando emagrecimento (10 kg no período), astenia, febre baixa sem horário fixo e, há 1 semana, observou o aparecimento de úlcera dolorosa no pênis. Nega secreção uretral. Ao exame físico, apresenta-se emagrecido, com uma lesão ulcerada com bordas elevadas sem secreção de aproximadamente 3 centímetros logo abaixo da glande, rasa e de base mole, além de linfonodomegalia inguinal direita, com sinais inflamatórios, sem fistulização.

Nesse caso, a investigação, o achado esperado e o tratamento referentes à úlcera devem ser, respectivamente,