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“Internações sem consentimento aumentam na Cracolândia, em
meio a denúncias de agressões”.
ZYLBERKAN, M.; KRUSE, T. Folha de S. Paulo, 3 jul. 2024.
Notícias como esta têm se tornado frequentes em jornais brasileiros nos últimos anos. Alguns municípios têm criado leis locais próprias para as internações involuntárias que muitas vezes contradizem as leis federais sobre o tema.
Sobre a internação involuntária no Brasil, é correto afirmar que
ZYLBERKAN, M.; KRUSE, T. Folha de S. Paulo, 3 jul. 2024.
Notícias como esta têm se tornado frequentes em jornais brasileiros nos últimos anos. Alguns municípios têm criado leis locais próprias para as internações involuntárias que muitas vezes contradizem as leis federais sobre o tema.
Sobre a internação involuntária no Brasil, é correto afirmar que
Homem de 48 anos, auxiliar de pedreiro, procura Unidade
Básica de Saúde (UBS) com queixa de dor lombar iniciada há 3
semanas, de instalação insidiosa, sem irradiação. Relata que a
dor piora ao final do dia e melhora parcialmente com repouso
e uso de paracetamol. Nega perda de peso, febre, traumas,
incontinência ou fraqueza nos membros inferiores. Ao exame
físico, apresenta dor à palpação paravertebral em região lombar,
sem alterações neurológicas.
Com base na história clínica e no exame físico, qual o próximo passo na condução desse caso?
Com base na história clínica e no exame físico, qual o próximo passo na condução desse caso?
Homem de 34 anos se dirige à Unidade Básica de Saúde (UBS)
com febre (38,5 °C), dores de moderada intensidade e manchas
no corpo há 3 dias. No dia da consulta, iniciou com dores
abdominais e vômitos incontroláveis. Exame físico: prostrado,
mucosas coradas, extremidades bem perfundidas. Pressão
arterial de 120 x 80 mmHg; frequência respiratória de 16 irpm;
frequência cardíaca de 80 bpm. Leve dor à palpação abdominal,
sem outras alterações.
Qual a hipótese diagnóstica e o manejo, respectivamente?
Qual a hipótese diagnóstica e o manejo, respectivamente?
Paciente do sexo feminino, 27 anos, é atendida em Unidade
de Pronto Atendimento (UPA) com história de dor abdominal,
com início em epigástrio há dois dias, contínua, sem fatores de
melhora, associada a náuseas e perda de apetite, evoluindo para
dor em fossa ilíaca direita há 1 dia e febre de 38,2 °C no dia do
atendimento. Nega comorbidades, cirurgias prévias ou uso de
medicações regulares. Relata que a última menstruação foi há
23 dias, e apresenta ciclos regulares de 28 dias.
Exame físico: regular estado geral, corada, desidratada +/4+,
eupneica, anictérica, acianótica; ausculta pulmonar e cardíaca
sem alterações; ruídos hidroaéreos diminuídos, descompressão
brusca dolorosa em quadrante inferior de abdome à direita.
Considerando o diagnóstico mais provável, a conduta adequada é
Considerando o diagnóstico mais provável, a conduta adequada é