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Menino de 10 anos, em atendimento ambulatorial, apresenta tosse persistente que o desperta à noite frequentemente, além de chiado no peito, de forma intermitente, há cerca de 10 meses. Os sintomas pioram durante a realização de atividades físicas, como correr e jogar futebol. Teve 2 crises recentes de “chiadeira” e cansaço, necessitando ir ao serviço de urgência. Foi diagnosticado com asma aos 5 anos e é medicado com salbutamol inalatório nos episódios de crise. A função pulmonar revela VEF1 de 70% do previsto, VEF1/CVF igual a 0,8 e aumento de 15% após uso de broncodilatador.
Entre as opções a seguir, a indicação terapêutica adequada para o caso é 
Homem de 24 anos é atendido no serviço de emergência 20 minutos após ferimento por arma de fogo. O orifício de entrada do projétil localiza-se 2 cm lateralmente à linha hemiclavicular direita, ao nível do quarto espaço intercostal. O paciente apresenta pressão arterial de 120 x 82 mmHg , frequência cardíaca de 110 bpm e frequência respiratória de 19 irpm. O médico que o atende observa o seguinte: paciente normocorado e cooperativo; murmúrios vesiculares diminuídos em hemitórax direito; macicez difusa à percussão; e ausência do frêmito tóraco-vocal nesse mesmo lado do tórax. Durante a avaliação inicial, é realizada reposição volêmica, oferta-se oxigênio suplementar, são colhidos exames laboratoriais e é administrado ácido tranexâmico.
Nessa situação, assinale a alternativa que apresenta o procedimento adequado a ser realizado. 
Homem de 50 anos, agricultor, procura atendimento médico na unidade básica de saúde (UBS) após mordedura de boi em antebraço esquerdo. A ferida é superficial, está limpa e apresenta sangramento local leve. O paciente relata que o animal não possui manifestações aparentes de raiva. Ele também afirma que o boi é de propriedade conhecida e pode ser mantido sob observação. Quando questionado, o paciente revela não ter histórico de vacinação prévia contra raiva.
Considerando a profilaxia da raiva humana, deve-se limpar a ferida e 
Homem de 61 anos procura uma unidade básica de saúde (UBS) de uma cidade grande desejando receber um pedido para colonoscopia, pois ouviu que é um exame preventivo necessário após os 50 anos de idade para detecção de câncer do intestino. Questionado pela médica da UBS, o paciente relata que não apresenta sintomas gastrointestinais, anemia, perda de peso ou histórico familiar de câncer de intestino.
Considerando-se que neste município existe ampla disponibilidade de recursos diagnósticos, e levando em conta as políticas públicas do Ministério da Saúde para rastreamento, que conduta inicial a médica deverá adotar nesse caso? 
Mulher de 54 anos procura a unidade de pronto atendimento (UPA) com queixa de dor pélvica e de sangramento vaginal ativo, há 2 dias. Relata preocupação, pois não menstruava há 4 anos. Relata que a menopausa ocorreu aos 50 anos e que tem diabetes mellitus tipo 2, tratada com metformina desde os 41 anos. É sedentária, não fuma e nunca ingeriu bebidas alcoólicas. Apresentou os exames de mamografia e citologia de colo uterino, realizados há 4 meses, que mostraram BIRADS 2 bilateral na mamografia e citologia dentro dos limites da normalidade.
Ao exame físico, a paciente encontra-se em bom estado geral, orientada, corada, com pressão arterial de 120 x 70 mmHg, frequência cardíaca de 69 bpm e índice de massa corporal (IMC) de 32,3 kg/m². O exame especular revela pequeno sangramento vermelho vivo, saindo pelo orifício cervical externo, com colo do útero atrófico e sem lesões visíveis. O hemograma realizado na UPA revela os seguintes resultados:
                                                              Imagem associada para resolução da questão
Considerando o caso descrito, a conduta adequada é