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Adolescente de 15 anos com fibrose cística comparece ao pronto-socorro com aumento da tosse produtiva, expectoração purulenta e febre iniciada há três dias. Ele relata piora da dispneia, e sua mãe, que o acompanha, observa que ele tem tido mais dificuldade para realizar suas atividades diárias. Ao exame físico, o paciente apresenta moderado desconforto respiratório, com taquipneia (frequência respiratória de 32 irpm), sibilos bilaterais e diminuição do murmúrio vesicular nas bases pulmonares. A saturação de oxigênio em ar ambiente é de 87%.
Considerando o quadro clínico apresentado, a abordagem inicial é 
Mulher de 45 anos, sem comorbidades, é submetida a uma colecistectomia videolaparoscópica eletiva devido a colecistopatia crônica calculosa. O procedimento transcorre sem complicações, durando cerca de 40 minutos. No pós-operatório imediato, a paciente apresenta-se hemodinâmicamente estável, com pressão arterial de 110 x 70 mmHg, frequência cardíaca de 82 bpm e saturação de oxigênio de 98% em ar ambiente. Nega náusea e relata dor leve em região abdominal.
De acordo com os protocolos multimodais de recuperação pós-operatória (ERAS e ACERTO), qual é a conduta adequada em relação à alimentação dessa paciente? 
Homem de 22 anos comparece à unidade básica de saúde (UBS) com queixa de úlcera na região genital associada a "íngua na virilha". Ele afirma que, há cerca de 10 dias, observou lesão papular, única, indolor, localizada na glande. Em pouco tempo, essa lesão evoluiu para ulceração local. Ao exame físico, o paciente apresenta, na glande, úlcera única de fundo limpo e bordas elevadas, endurecidas e linfonodos inguinais palpáveis bilateralmente, não supurativos, móveis e indolores. Ao ser questionado, ele confirma ter tido relação sexual desprotegida cerca de 3 semanas antes do início dos primeiros sinais.
Nesse caso, qual é o exame complementar indicado para o diagnóstico do paciente? 
Homem de 45 anos, trabalhador da construção civil, comparece a uma unidade básica de saúde (UBS) devido à dor lombar iniciada há um mês, com piora progressiva, irradiada para o membro inferior direito, com maior intensidade ao final do expediente de trabalho, especialmente após carregar materiais pesados. Nega histórico de trauma, febre, perda de peso ou outros sintomas sistêmicos. Ao exame físico, há dor à palpação de musculatura paravertebral bilateral na região lombar, sem alterações neurológicas. Não há restrição de movimentos e a flexão está preservada. O exame de força e sensibilidade nos membros inferiores está normal, e os reflexos patelar e aquileu estão preservados. Lasègue negativo bilateralmente.
Quais são as condutas adequadas a serem adotadas nesse caso?  
Mulher de 30 anos é encaminhada pelo médico da unidade básica de saúde (UBS) para avaliação com o ginecologista. Relata corrimento com odor fétido após o término da menstruação, nos últimos três ciclos menstruais, e apresenta o laudo da citologia cervical realizada na UBS: presença de epitélio escamoso e glandular, flora com lactobacilos e dentro dos limites da normalidade. Ao exame especular, observa-se corrimento abundante homogêneo, com vagina e colo uterino de aspecto normal e sem hiperemia. Teste com hidróxido de potássio, realizado na secreção vaginal, com a percepção de odor fétido e pH superior a 5,0. No exame a fresco da secreção vaginal, observam-se células guia (clue cells) no microscópio.
Nesse caso, quais são, respectivamente, o diagnóstico e o tratamento a serem prescritos?