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O senhor José, 58 anos, casado, dois filhos, mora em uma região rural, conta que sempre evitou médico, apesar de ser portador de hipertensão arterial. Diz que toma chás caseiros e acredita que pode controlar a sua pressão desta forma. O Agente Comunitário de Saúde, ao encontrar o senhor José na rua, conversa com ele e o convence a procurar a Unidade de Saúde da Família, utilizando o seguinte argumento: 

Considerando a diversidade e complexidade das situações com as quais a Atenção Básica lida, um atendimento integral requer a presença de diferentes formações profissionais trabalhando com ações compartilhadas, assim como, com processo interdisciplinar centrado no usuário, incorporando práticas de vigilância, promoção e assistência à saúde, bem como matriciamento ao processo de trabalho cotidiano. É possível integrar também profissionais de outros níveis de atenção. 


BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436/2017. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2017. 

É prevista a implantação da Estratégia de Agentes Comunitários de Saúde nas UBS como uma possibilidade para a reorganização inicial da Atenção Básica com vistas à implantação gradual da Estratégia de Saúde da Família ou como uma forma de agregar os agentes comunitários a outras maneiras de organização da Atenção Básica. A seu respeito, assinale a alternativa incorreta em relação aos itens necessários à sua implementação. 
Em 21 de setembro de 2017, foi aprovada a nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica no âmbito do Sistema Único de Saúde, mediante a Portaria nº 2.436. A população adscrita por equipe de  Atenção Básica e de Saúde da Família é de no máximo 3.500 pessoas, para garantir os princípios e diretrizes da Atenção Básica, quantos Agentes Comunitários de Saúde é necessário para a cobertura desse território
Dona Maria, 57 anos, mãe de João, 27 anos, o único de seus quatro filhos que continua morando com ela, fazia bicos como carregador de caminhões. Porém, foi atropelado, sofreu traumatismo crânio-encefálico, ficou internado por um ano. Quando recebeu alta não conseguia andar, falar, nem se alimentar direito. Para cuidar do filho, dona Maria teve que abandonar o  emprego. Por ocasião de uma visita domiciliar, o Agente Comunitário de Saúde, vendo a situação da família, deveria adotar a seguinte conduta: