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Homem de 59 anos, hipertenso, chega ao pronto- -socorro com dor torácica súbita, intensa, em “rasgo”, irradiada para o dorso. Está ansioso, sudoreico, com PA de 210/110 mmHg no braço direito e 178/96 mmHg no braço esquerdo. Ao exame, há assimetria de pulsos radiais e sopro diastólico em borda esternal direita. ECG sem supradesnivelamento do ST. Angiotomografia de aorta mostra flap intimal envolvendo a aorta ascendente e estendendo-se até a aorta descendente proximal.

A conduta mais adequada é:
Homem de 64 anos, com hipertensão arterial e antecedente de infarto anterior há 5 anos, procura atendimento por palpitações iniciadas há cerca de 2 horas, associadas a tontura e desconforto torácico leve. Está consciente, orientado, com pressão arterial de 118/74 mmHg, frequência cardíaca de 168 bpm e saturação de O2 de 96% em ar ambiente.
O ECG mostra taquicardia regular de QRS largo, com duração do QRS de 160 ms, dissociação atrioventricular intermitente e eixo elétrico superior. Não há sinais de instabilidade hemodinâmica grave no momento.

A conduta inicial mais adequada é:
Homem,78 anos, previamente independente, procura atendimento por dispneia progressiva aos esforços há 6 meses e dois episódios recentes de pré-síncope ao caminhar. Ao exame físico, apresenta pulso carotídeo parvus et tardus, ictus sustentado e sopro sistólico ejetivo rude em foco aórtico, irradiado para carótidas.
O ecocardiograma transtorácico evidencia:

Valva aórtica calcificada, com mobilidade reduzida;
Área valvar aórtica: 0,8 cm2 ;
Gradiente médio transvalvar: 48 mmHg;
Velocidade máxima do jato aórtico: 4,4 m/s;
Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 58%;
Hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo.

A conduta mais apropriada é:
Mulher de 72 anos, hipertensa, diabética e com doença renal crônica estágio 3, procura o pronto-socorro por dor torácica opressiva iniciada há 3 horas, em repouso, com irradiação para mandíbula e sudorese. Na admissão, está hemodinamicamente estável. Exames laboratoriais: troponina ultrassensível inicial: acima do percentil 99, com elevação em nova dosagem após 2 horas; creatinina: 1,6 mg/dL; hemoglobina: 12,8 g/dL. A seguir, ECG realizado:

Imagem associada para resolução da questão

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Após tratamento inicial com antiagregação, anticoagulação e medidas anti-isquêmicas, a melhor estratégia de condução é:
Homem,68 anos, hipertenso e diabético, encontra-se no primeiro pós-operatório de cirurgia de revascularização miocárdica com circulação extracorpórea. Evolui na UTI com pressão arterial de 85/55 mmHg, frequência cardíaca regular de 112 bpm, extremidades frias, oligúria e elevação progressiva do lactato. Está em ventilação mecânica, sedado, com drenos torácicos sem sangramento significativo.
À avaliação hemodinâmica, observam-se:

Pressão venosa central: 18 mmHg;
Pressão de oclusão da artéria pulmonar: 22 mmHg;
Índice cardíaco: 1,8 L/min/m2 ;
Resistência vascular sistêmica: elevada;
Saturação venosa mista de oxigênio: reduzida;
Ecocardiograma à beira-leito: disfunção sistólica ventricular esquerda global, sem sinais de tamponamento cardíaco ou disfunção valvar aguda relevante.

A conduta inicial mais adequada é: