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Na música brasileira, o período colonial foi marcado pela forte influência europeia, com a música sacra e profana desenvolvida nas igrejas e nos salões da elite, enquanto as manifestações populares, com raízes africanas e indígenas, ganhavam espaço de forma mais restrita e menos documentada.
Na arte indígena brasileira, a perfeição de um objeto utilitário, que vai além da sua finalidade prática, é o elemento onde se encontra a noção de beleza e a expressão estética, refletindo uma necessidade humana intrínseca.
A estética, como ramo da filosofia, dedica-se ao estudo da natureza do belo e da arte, investigando os princípios que regem a criação e apreciação artística, sendo que as concepções estéticas são universais e imutáveis ao longo do tempo e entre diferentes culturas.
A arte africana, ao retratar os usos e costumes das tribos, tem como principal objetivo a exploração da individualidade do artista, com ênfase na expressão pessoal e na originalidade de cada obra, distanciando-se de significados sociais.
A arte indígena é predominantemente uma expressão da coletividade e das tradições da comunidade em que está inserida, com estilos de pintura corporal, trançado e cerâmica que variam significativamente entre as diferentes tribos, utilizando uma ampla gama de elementos naturais disponíveis.