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Quando se fala sobre o processo de modernização da agricultura, a produção da agroindústria no campo e as mudanças na relação campo-cidade em Goiás, coloca-se em questão as categorias sociedade, espaço, tempo, território, que são indissociáveis. Isso não significa dizer que essas categorias são sinônimas, mas que estão em unidade constante para uma discussão com fundamentos teóricos para se pensar em outros territórios. No caso, o exercício das ações econômicas, as relações de poder da agroindústria e o papel do estado em Goiás foram fundamentais para uma significante mudança no processo de transformação no campo e na cidade. O que condiciona a transformação do território?
O Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais leva em consideração o conceito de meio ambiente na percepção da relação homem-natureza. De acordo com essa concepção, o espaço é socialmente construído e sofre alterações à medida que o homem causa poluição e desigualdades sociais. Nessa perspectiva, uma teoria socioambiental segundo a qual meio ambiente e qualidade de vida caminham juntos determinando um pensamento lógico e único aponta para
Em face do planejamento territorial, a cartografia apresentase funcionalmente como ferramenta de apoio, permitindo, por seu intermédio, a espacialização de todo e qualquer tipo de informação geográfica. Dessa forma, é imprescindível o conhecimento dos aspectos básicos da cartografia, bem como os elementos envolvidos na elaboração de mapas. Modernamente, a cartografia pode ser dividida em dois grandes grupos de atividades:
No contexto brasileiro, uma região metropolitana é uma unidade territorial legalizada, instituída pelos estados, composta por diferentes cidades que se aglutinam em torno de uma grande cidade, formando uma estrutura territorial complexa caracterizada pela concentração de população e atividades econômicas, que geram oferta e demanda de bens e serviços, motivadas por decisões estratégicas que resultam nesse agrupamento de cidades. As cidades e suas interações organizam o espaço geográfico produzindo ou não bem-estar para sua população. A compreensão da organização territorial de regiões metropolitanas não se esgota pela interpretação da metrópole ou da grande cidade, mas de todas as cidades envolvidas e funcionalmente integradas, conhecidas como rede
O georreferenciamento realizado no território da comunidade Kalunga, na região nordeste de Goiás, explora de forma abrangente a importância das geotecnologias para territórios quilombolas, com foco específico nesse grupo, que é um dos maiores e mais significativos do Brasil. Esse estudo destaca como o georreferenciamento desempenha um papel essencial na garantia dos direitos territoriais, na preservação do patrimônio cultural e na promoção do desenvolvimento socioeconômico dessas comunidades tradicionais. Inicialmente, aborda-se a relevância do georreferenciamento para delimitar e registrar com precisão os territórios quilombolas, utilizando tecnologias modernas de mapeamento, que fortalecem o reconhecimento legal e a proteção contra ameaças externas. Esse é um exemplo prático da aplicação do conceito cartográfico com recursos tecnológicos de