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Gestante de 28 anos, G2P1, com 33 semanas de gestação, procura o pronto atendimento por sangramento vaginal de início súbito há cerca de 1 hora. Refere sangramento em moderada quantidade, de coloração vermelho-escura. Nega relação sexual recente ou trauma. Ao exame físico, encontra-se pálida, sudoreica, com PA de 150 × 95 mmHg e FC de 110 bpm. Ao exame abdominal, apresenta útero hipertônico, doloroso à palpação, com aumento da frequência de contrações uterinas. Ausculta fetal revela BCF de 90 bpm. O toque vaginal não foi realizado. Com base no quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável?
Paciente de 24 anos, G1P0, realiza sorologia para toxoplasmose com 17 semanas de gestação, apresentando IgG e IgM positivos. Qual deve ser a consulta inicial mais adequada?
Sobre a transmissão vertical do HIV durante a gestação, assinale a alternativa INCORRETA.
Puérpera de 29 anos, G2P2, submetida a parto vaginal há 30 minutos, evolui com sangramento vaginal abundante, estimado em aproximadamente 800 mL. Ao exame físico, apresenta útero amolecido e aumentado, com dificuldade de contração à palpação. Sinais vitais: PA 160 × 100 mmHg, FC 112 bpm. História prévia de hipertensão arterial crônica em uso irregular de metildopa durante a gestação. Foram iniciadas massagem uterina e infusão de ocitocina endovenosa, sem resposta satisfatória. Considerando o quadro clínico, assinale a alternativa que indica a conduta farmacológica mais apropriada nesse momento.
Sobre a ruptura prematura de membranas ovulares (RUPREME), analise as assertivas abaixo:

I. O diagnóstico de RUPREME é estabelecido quando ocorre a ruptura das membranas ovulares antes das 37 semanas de gestação.
II. Pacientes com diagnóstico de RUPREME após as 34 semanas de gestação devem receber antibioticoterapia de latência e ter a gestação interrompida imediatamente.
III. Todas as gestantes que se apresentam com RUPREME entre 24 e 34 semanas de gestação devem receber corticoterapia antenatal por via intramuscular, na ausência de contraindicações.
IV. Gestantes com RUPREME que têm gestação interrompida por corioamnionite e que recebem antibioticoterapia com ampicilina associada à gentamicina não necessitam de penicilina adicional para profilaxia do estreptococo do grupo B.

Quais estão corretas?