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      Num mundo inundado de informações irrelevantes, clareza é poder. Em teoria, qualquer um pode se juntar ao debate sobre o futuro da humanidade, mas é muito difícil manter uma visão lúcida. Muitas vezes, nem sequer percebemos que um debate está acontecendo, ou quais são suas questões cruciais. Bilhões de nós dificilmente podem se permitir o “luxo” de investigá-las, pois temos coisas mais urgentes para fazer, como trabalhar, tomar conta das crianças, ou cuidar dos pais idosos. Infelizmente, a história não poupa ninguém. Se o futuro da humanidade for decidido em sua ausência, porque você está ocupado demais alimentando e vestindo seus filhos – você e eles não estarão eximidos das consequências. Isso é muito injusto, mas quem disse que a história é justa?       Como historiador, não posso dar às pessoas alimento ou roupas – mas posso tentar oferecer alguma clareza, ajudando assim a equilibrar o jogo global. Se isso capacitar ao menos mais um punhado de pessoas a participar do debate sobre o futuro da nossa espécie, terei realizado minha tarefa.     Meu primeiro livro, Sapiens, investigou o passado humano, examinando como um macaco insignificante dominou a Terra.        Homo Deus, meu segundo livro, explorou o futuro da vida a longo prazo, contemplando como os humanos finalmente se tornarão deuses, e qual pode ser o destino final da inteligência e da consciência.       Neste livro quero analisar mais de perto o aqui e o agora. Meu foco está nas questões atuais e no futuro imediato das sociedades humanas. O que está acontecendo neste momento? Quais são os maiores desafios e escolhas de hoje? Qual deve ser o foco de nossa atenção? O que devemos ensinar a nossos filhos?
HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. p. 11-12.

Relacionando os dois trechos negritados no texto acima, é INCORRETO afirmar que o autor considera que 
        A influencer Jade Picon foi à praia no Rio usando um boné de R$2 mil. Enquanto isso... cientistas equiparam células do sistema imunológico de porcos com “mochilas anti-inflamatórias” que ajudam a tratar concussão cerebral (Universidade Harvard); uma bactéria da pele foi modificada para tratar acne severa sem o uso de antibióticos (Universitat Pompeu Fabra, Espanha); uma universitária americana conseguiu cultivar grão de bico em poeira lunar artificial (Texas A&M College); e pesquisadores suíços criaram um “abacate robô”, no formato dessa fruta, para monitorar árvores (Swiss Natural Science Foundation).
CAPARROZ, Leo. Supernovas. Superinteressante. Ed. 460.10 fev., 2024. São Paulo: Editora Abril.

No trecho acima, a expressão “Enquanto isso” separa dois tipos de informação de natureza e relevância muito distintas. Ao proceder assim, o autor
       Em uma sociedade cada vez mais dependente dos meios tecnológicos, por mais difícil que pareça, o chamado detox digital, ou seja, uma pausa das telas, das redes sociais e das videoconferências, por um período, é um desafio que, segundo especialistas, pode resultar na redução da ansiedade causada pela hiperconectividade, na melhora do foco, concentração e padrões de sono, no aumento da produtividade e da organização das rotinas cotidianas, além de redução de sintomas de estresse, como irritabilidade, dispersão e fadiga.       Mas como colocar o detox digital em prática? Estabeleça metas realistas: por exemplo, desconectar-se por um breve momento todos os dias (uma hora depois de acordar ou, quem sabe, duas horas antes de dormir). Deixe o celular de lado em momentos do cotidiano, como na hora de fazer as refeições – o uso demasiado da internet e das ferramentas digitais pode atrapalhar as conexões da vida real. Pratique novas atividades: invista, durante o detox, em tarefas que substituam o uso do celular e da internet e sejam prazerosas.
PRECIOSO, Karla. Detox Digital: três dicas para se desconectar do on e se conectar com o off. Ana Maria. Ed. nº 9, out., 2023. São Paulo: Editora Caras. .

A respeito dos verbos negritados no trecho acima, assinale a alternativa correta.
      Um estudo publicado na revista Science nesta quinta-feira (14) revela que o sistema nervoso humano está naturalmente programado para sentir medo — como quando ouvimos ruídos estranhos no escuro ou quando um animal que está rosnando se aproxima.       A resposta ao medo serve como um aviso para que a pessoa permaneça em alerta, servindo como mecanismo de defesa para evitar situações perigosas. Entretanto, se o indivíduo sentir medo sem estar diante de situações ameaçadoras, seu bem-estar pode ser prejudicado.      Pessoas que vivenciaram incidentes de risco de vida ou estresse grave podem ter medo em episódios que não apresentam uma real ameaça. E isso pode gerar danos psicológicos a longo prazo, como o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).      A nova pesquisa foi realizada por neurobiólogos da Universidade da Califórnia em San Diego, nos EUA. A equipe identificou quais mudanças ocorrem na bioquímica do cérebro e mapeou os circuitos neurais que causam o medo generalizado.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2024/03/voce-tem-medo-estudoidentifica-rota-cerebral-que-leva-a-esse-sentimento.ghtml. Acesso em: 16 mar. 2024. De acordo com o trecho, o estudo publicado na revista Science sugere que

De acordo com o trecho, o estudo publicado na revista Science sugere que

Imagem associada para resolução da questão
Peça da campanha publicitária do Carnaval de Belo Horizonte 2024 - Foto: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo/Divulgação

Considerando o anúncio publicitário que promove o Carnaval de Belo Horizonte, é correto afirmar que a figura de linguagem utilizada no slogan, além da metáfora, é a(o)