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Durante uma roda de conversa, um profissional de serviço social explica que a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais define as categorias de atendimentos e ações que podem ser ofertados à população. Qual o principal objetivo dessa tipificação?
Em meados do século XIX, a burguesia europeia buscou estratégias para manter sua ordem social e hegemonia. Diante de um cenário de crescente organização da classe trabalhadora e de demandas por melhores condições, a classe dominante buscou aproximar-se de agentes que já desenvolviam ações filantrópicas, visando a um controle social mais eficaz e à manutenção do status quo.
Uma equipe técnica de um Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) em Campina Grande (PB) atende a uma família em situação de violência doméstica e negligência grave com crianças. O CREAS, como unidade de proteção social especial, tem como atribuição a oferta de serviços a famílias e indivíduos em situação de risco pessoal ou social, com violação de direitos.
Um assistente social recém-formado em Campina Grande (PB) está estudando os marcos históricos da profissão para um concurso público. Ele se depara com a informação de que o Serviço Social, como profissão reconhecida, se insere na divisão social do trabalho, tendo como pano de fundo o desenvolvimento capitalista industrial e a expansão urbana. Essa inserção é fundamental para a compreensão de sua gênese e desenvolvimento.
O Serviço Social, em sua gênese, está intrinsecamente ligado às transformações sociais decorrentes do processo de industrialização, especialmente na Europa e, posteriormente, no Brasil. A formação da classe trabalhadora assalariada e sua crescente organização política e reivindicatória foram fatores determinantes para a institucionalização da profissão, que se inseriu na divisão social do trabalho para mediar conflitos e gerenciar as expressões da questão social.