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A respeito do excerto em destaque, julgue as afirmativas abaixo e marque a alternativa correta:
I - Marcuschi, em sua hipótese de trabalho [da linguística textual], toma como unidade básica, ou seja, como objeto particular de investigação, não mais a palavra ou a frase, mas sim o texto, por serem os textos a forma específica de manifestação da linguagem. II - Segundo Marcuschi, a maior mudança foi que se passou a tomar o texto como objeto central do ensino, isto é, a priorizar, nas aulas de língua portuguesa, as atividades de leitura e produção de textos, levando o aluno a refletir sobre o funcionamento da língua nas diversas situações de interação verbal, sobre o uso dos recursos que a língua lhes oferece para a concretização de suas propostas de sentido, bem como sobre a adequação dos textos a cada situação. III - Podemos inferir que, para Marcuschi, o texto é a simples soma das frases (e palavras) que o compõem, não se diferenciando entre si, uma vez que a diferença entre frase e texto é meramente de ordem quantitativa e não de ordem qualitativa.
“[...] na concepção interacional (dialógica) da língua, os sujeitos são vistos como atores/construtores sociais, sujeitos ativos que – dialogicamente – se constroem e são construídos no texto, considerado o próprio lugar da interação dos interlocutores.” (KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. p. 10-11). Desse modo, e de acordo com o foco na interação autor-texto-leitor, só NÃO podemos afirmar que:
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Com base na leitura dos textos, só NÃO podemos afirmar que:
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A título de exemplificação do que se acabou de afirmar em (I) e (II), e ao explorarmos a aplicação e utilização da teoria dos pressupostos e subentendidos, na perspectiva de Ducrot, pode-se afirmar que na tirinha em destaque (III): 
“Frequentemente ouvimos falar – e também falamos – sobre a importância da leitura na nossa vida, sobre a necessidade de se cultivar o hábito de leitura entre crianças e jovens, sobre o papel da escola na formação de leitores competentes [...] Mas, no bojo dessa discussão, destacam-se questões como: o que é ler? Para que ler? Como ler? Evidentemente, as perguntas poderão ser respondidas de diferentes modos, os quais revelarão uma concepção de leitura decorrente da concepção de sujeito, de língua, de texto e de sentido que se adote.
Sobre essa questão [...] a concepção de língua como representação do pensamento corresponde à de sujeito psicológico, individual, dono de suas vontades e ações. Trata-se de um sujeito visto como um ego que constrói uma representação mental e deseja que esta seja ‘captada’ pelo interlocutor da maneira como foi mentalizada.”
(KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender: os sentidos do texto. p. 09-10)

Com base na leitura do texto e no que se refere à concepção de língua como representação do pensamento e de sujeito como senhor absoluto de suas ações e de seu dizer, só NÃO podemos afirmar que: