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Assinale, a seguir, a relação dos IECAS com a tosse em indivíduos hipertensos.
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As intervenções fisioterapêuticas destacam-se como tratamento não farmacológico e são coadjuvantes no tratamento da asma. O tratamento fisioterapêutico só deve ser iniciado quando o indivíduo estiver com a medicação ajustada para sua condição e em acompanhamento médico regular. Considerando que a asma é uma doença crônica com episódios recorrentes de sibilância, tosse e dispneia, sobre o que ocorre com esses pacientes e o tratamento fisioterapêutico, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Em pacientes com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) em Ventilação Mecânica (VM), uma preocupação constante deve ser evitar a indução de lesão pulmonar induzida pela ventilação mecânica (VILI) e, nesse contexto, o Stress Index (SI) é usado para analisar o formato da curva de pressão x tempo, durante a VM. O ajuste, em linhas gerais, para obter e analisar o SI funciona da seguinte forma:
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A Covid-19 se espalhou pelo mundo tornando-se uma emergência global de saúde pública. A doença pode levar à hospitalização e gerar complicações nos pacientes como problemas respiratórios, perda de massa e força muscular, sendo necessária a reabilitação fisioterapêutica pós-alta hospitalar. Embora ainda estejamos sob os efeitos diretos dessa doença e muitos estudos sobre protocolos de tratamento ainda irão surgir, podemos afirmar do ponto de vista da fisiopatologia e disfunções associadas que:

Considerando que pacientes com DPOC possuem características quanto à fisiopatologia e grau de comprometimento que podem ser representados por valores em sua espirometria e exacerbações, analise as afirmativas a seguir.


I. VEF1 isoladamente não é bom preditor de sintomas e exacerbações. A intensidade dos sintomas deve ser avaliada no momento do diagnóstico, pois é um fator a considerar na indicação do tratamento e na monitorização clínica.


II. Recomenda-se que a gravidade da doença seja também avaliada com base no perfil de sintomas e na frequência das exacerbações, com vistas à avaliação não somente do impacto da doença na qualidade de vida, mas também do risco eventos futuros, como exacerbações e hospitalização. Para tal fim podem ser usadas as escalas mMRC (Modified British Medical Research Council ou COPD Assessment Test (CATTM), podendo-se optar por aquela com maior familiaridade.


III. É considerado de médio risco para exacerbações o paciente que apresentou duas ou mais exacerbações tratadas com antibiótico e/ou corticosteroide sistêmico no ambulatório (exacerbações moderadas) ou uma ou mais internações hospitalares por exacerbação (exacerbação grave) nos últimos doze meses.


IV. Em DPOC, a sobrevida torna-se menor com a redução progressiva do VEF1, sendo especialmente afetada, quando os valores do VEF1 pós-broncodilatador situam-se abaixo de 60% do previsto. Pacientes com VEF1 e relação VEF1/CVF acima de 60% são classificados como portadores de DVO leve.


V. Aumento do VEF1 acima de 0,20 L ou da CVF acima de 0,35 L caracterizam obstrução ao fluxo aéreo reversível; porém, muitos pacientes portadores de DPOC conseguem melhora clínica com o uso de broncodilatadores, sem evidência espirométrica de reversibilidade. Isso é explicado pela redução da hiperinsuflação pulmonar após broncodilatador, o que não é medido pela espirometria.


Está correto o que se afirma apenas em