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Em uma unidade de saúde em Coronel Vivida (PR), uma enfermeira percebe que um paciente idoso, que necessita de cuidados contínuos, está sendo tratado com impaciência e falta de atenção por parte de alguns colegas de equipe. A profissional, ciente da importância da humanização do atendimento, busca intervir para garantir que o paciente receba um cuidado digno e respeitoso.
Um médico residente em um hospital de Coronel Vivida (PR), ao atender um paciente com uma condição rara, decide realizar um procedimento experimental sem o consentimento informado prévio do paciente ou de seus responsáveis, acreditando que a intervenção pode trazer benefícios significativos. Essa conduta levanta sérias questões sobre a responsabilidade ética e legal do profissional.
Em um comitê de ética de um hospital em Coronel Vivida (PR), discute-se o caso de um paciente terminal que expressou o desejo de não ser submetido a tratamentos invasivos que prolongariam sua vida artificialmente, mas que lhe causariam sofrimento. A equipe médica, dividida, debate sobre a melhor conduta a ser adotada, considerando os avanços tecnológicos e os valores do paciente.
Um profissional de saúde, atuando em um posto de saúde no município de Coronel Vivida (PR), se depara com um paciente que demonstra grande receio em compartilhar informações sobre seu histórico familiar de doenças, temendo estigma social. O profissional, pautado pelos princípios éticos da atuação na saúde, deve agir de forma a garantir a confidencialidade e o respeito à dignidade do paciente, buscando estratégias para construir um ambiente de confiança.
Um agente de vigilância sanitária, durante uma inspeção de rotina em um estabelecimento alimentício em Coronel Vivida (PR), identifica a presença de condições inadequadas de higiene que representam um risco iminente à saúde pública. O agente, ciente de seus deveres e da importância de sua atuação para a coletividade, precisa decidir sobre a melhor forma de proceder para garantir a segurança alimentar da população.