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No início da Idade Moderna, a Europa enfrentava problemas significativos herdados do período medieval. A baixa eficiência
dos métodos agrícolas, somada às frequentes guerras e epidemias, resultou em uma expressiva redução populacional no continente. Consequentemente, a escassez de mão de obra no campo dificultou o cultivo, intensificando as dificuldades econômicas
na Europa. Nesse sentido, merece destaque o fato de que uma grave epidemia foi responsável pela morte de um terço da
população europeia, sendo causado pela:
O Cristianismo consolidou-se como instituição nos últimos séculos do Império Romano. À medida que o Império enfrentava
sucessivas crises internas, a igreja católica expandiu-se e estabeleceu suas bases. A perseguição aos cristãos foi encerrada
em 313, com a promulgação do Édito de Milão pelo imperador Constantino. Posteriormente, no ano de 380, o imperador
Teodósio, por meio do Édito de Tessalônica, declarou o Cristianismo como a religião oficial do Império Romano. A respeito
da Igreja Medieval, podemos destacar, EXCETO:
A Idade Média, período histórico que se estende do século V ao XV, caracteriza-se por uma profunda transformação da
sociedade europeia, marcada pela queda do Império Romano do Ocidente e pela subsequente interação entre a cultura
greco-romana e as tradições dos povos germânicos. Esse sincretismo cultural, resultante das invasões “bárbaras”, moldou as
instituições, a economia e a visão de mundo da Europa medieval. A respeito da estrutura social da Europa medieval, é
possível destacar:
O Império Romano, que se estendeu por cerca de cinco séculos (27 a.C. a 476 d.C.), representou uma das civilizações mais
influentes da história ocidental. Seu vasto território, abrangendo desde a Grã-Bretanha e o Reno até o Egito e a Ásia Menor,
proporcionou uma ponte entre a Europa, a Ásia e a África, moldando significativamente cultura, política e sociedade
ocidentais. São consideradas causas do declínio do Império Romano:
I. Religião: a expansão do cristianismo, que não admitia outros deuses, está entre as justificativas para a crise no império.
II. Dificuldade de administração: o império era muito grande e havia complicações para controle da gestão e da corrupção que o assolou.
III. Invasões “bárbaras”: o exército precisou proteger o império das investidas de godos (visigodos e ostrogodos), hunos e germânicos (como os francos, anglos, saxões, vândalos, bretões e burgúndios).
IV. Elevados impostos: o Estado tinha elevado custo para manter a construção de pontes, aquedutos, estádios e banhos públicos. Esse fator elevou significativamente os impostos cobrados da população.
Está correto o que se afirma em
I. Religião: a expansão do cristianismo, que não admitia outros deuses, está entre as justificativas para a crise no império.
II. Dificuldade de administração: o império era muito grande e havia complicações para controle da gestão e da corrupção que o assolou.
III. Invasões “bárbaras”: o exército precisou proteger o império das investidas de godos (visigodos e ostrogodos), hunos e germânicos (como os francos, anglos, saxões, vândalos, bretões e burgúndios).
IV. Elevados impostos: o Estado tinha elevado custo para manter a construção de pontes, aquedutos, estádios e banhos públicos. Esse fator elevou significativamente os impostos cobrados da população.
Está correto o que se afirma em
Os hanseáticos recolhiam num local e vendiam noutro: peles, mel e cera da Rússia, trigo e madeira da Polônia e da Prússia,
minerais da Hungria, peixe da Noruega e Islândia, cobre e ferro da Suécia, vinho da Alemanha do sul, sal da França e de Portugal,
lã da Inglaterra e tecidos de Flandres.
(FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média, o nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2006, p. 41.)
O renascimento comercial ocorreu por causa do crescimento urbano e da produção agrícola e resultou na criação de dois eixos econômicos na Europa: mediterrânico e nórdico. O renascimento comercial impulsionou o desenvolvimento de uma nova classe social:
(FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média, o nascimento do ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2006, p. 41.)
O renascimento comercial ocorreu por causa do crescimento urbano e da produção agrícola e resultou na criação de dois eixos econômicos na Europa: mediterrânico e nórdico. O renascimento comercial impulsionou o desenvolvimento de uma nova classe social: