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“Um bom jogo de xadrez. Aí está a metáfora ideal para pensar o panorama europeu em finais do século XVIII, um xadrez cujas peças por vezes se moviam de forma ofensiva, ora atacando, ora procurando manter-se onde estava, sem chamar atenção. Os grandes pivôs do jogo, postados exatamente no meio do tabuleiro, seriam sobretudo a França e a Inglaterra e, na “brincadeira” com Portugal, a Espanha também teria seu lugar bem delimitado”. (Schwarcz, Lilia Moritz. A Longa Viagem da Biblioteca dos Reis: Do terremoto de Lisboa à independência do Brasil)
A transferência da família real portuguesa para o Brasil foi um importante momento no processo de independência da colônia. Sobre o assunto, assinale a alternativa CORRETA
A respeito da Revolução Industrial, considere as seguintes afirmativas:
I) Denomina-se Revolução Industrial o conjunto de transformações ocorridas de modo Geral na Europa Oriental, entre os séculos XVIII XIX II) Com a Revolução Industrial os trabalhadores perderam o controle do processo produtivo, uma vez que passaram a trabalhar para um patrão, perdendo a posse da matéria-prima, do produto final e do lucro. Esses trabalhadores passaram a controlar máquinas que pertenciam aos donos dos meios de produção os quais passaram a receber grande parte dos lucros. III) As más condições de trabalho deram origem a conflitos entre operários e empresários, não só na Inglaterra como em outras regiões da Europa onde se desenvolveu o sistema fabril. IV) O desenvolvimento industrial não impulsionou o processo de urbanização mantendo grande parte da população no campo.
Assinale a alternativa CORRETA.
“A escravidão moderna, aquela que se inaugurou no século XVI, após os descobrimentos, é uma instituição diretamente relacionada com o sistema colonial. A escravidão do negro foi a fórmula encontrada pelos colonizadores para explorar as terras descobertas”. (COSTA, Emília Viotti da. Da Senzala à Colônia”. São Paulo Ed. da UNESP,1998. p.17)
Sobre a escravidão no Brasil colônia marque a alternativa CORRETA.
“As ideias do século XVII sobre a relação entre a arte e poder podem ser dispostas ao longo de um espectro. De um lado havia os escritores que pareciam conferir à imagem real seu valor nominal, fossem eles poetas a escrever odes ao rei, historiadores a narrar suas vitórias ou eruditos a descrever as decorações de Versalles”. ( BURKE, Peter. A Fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed.,1994. p.17)
O longo reinado de Luís XIV está inserido num período da história em que o absolutismo real era justificado por pensadores, funcionando como máquina de propaganda. O filósofo que defendeu a Teoria do Direito Divino imortalizada na obra “Política Segundo a Sagrada Escritura” foi:
“É provável que os cavaleiros de outrora, impulsivos, habituados às guerras e aos duelos e que se lançavam com impetuosidade nas disputas, fossem menos conscientes dos perigos do combate do que os soldados do século XX, portanto menos sensíveis ao medo. Em nossa época, em todo caso, o medo diante do inimigo tornou-se a regra.” (DELUMEAU, Jean. História do medo no ocidente.2009. p.22)
Na Idade Média os conflitos moldaram parte da sociedade europeia e muitas delas se justificavam pelos valores político-religiosos. É exemplo desse tipo de conflito: