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De acordo com Anisio Teixeira (1956): “a nova escola comum, antes de mais nada, teve de lutar para fugir dos métodos já consagrados da escola antiga, que sendo especial e especializante, especializara os seus processos e fizera da cultura escolar uma cultura peculiar e segregada (...) a escola antiga era, com efeito, a oficina que preparava os escolásticos, isto é, homens eruditos, intelectuais, críticos. Objetivos, métodos, processos, tudo passou nela a ser algo de muito especializado e, portanto, remoto, alheio à vida cotidiana e indiferente às necessidades comuns aos homens. Enfim, a escola era a oficina do conhecimento racional e a oficina era a escola do conhecimento prático. Uma não conhecia a outra. Dois mundos à parte. Podiam se admirar ou se odiar, mas não se compreendiam nem podiam se compreender.”

Assim sendo, considerando a história da educação no Brasil, o mundo social, econômico, cultural, os avanços da ciência experimental, da tecnologia, o novo caráter da pesquisa e do conhecimento científico, o Plano Nacional de Educação (PNE) propõe alternativas curriculares e pedagógicas como forma de melhor preparar os egressos da escola, dentre as quais pode-se destacar:

Segundo Saviani (2008), o fator de marginalização da escolarização está classificado em dois grupos, a saber: 1. grupo que entende a educação como um instrumento de equalização social; 2. grupo que entende a educação como instrumento de discriminação social. Tendo como referência a sociedade, o ser humano e a educação, assinale a alternativa relacionada às proposições descritas no enunciado, respectivamente.

Leia o trecho abaixo.


Nos tempos modernos, está em curso um longo processo de conquista de cidadania em termos de direitos civis, políticos e sociais. Estamos vivenciando um novo e diferente ciclo da história do mundo moderno: transnacionalização das atividades econômicas políticas, culturais, sociais. As formas de sociabilidade e os jogos sociais têm se modificado e adquirido outros significados. Nesse processo dos jogos das forças sociais e das formas de sociabilidade que se formam e se transformam, vai se formando uma nova sociedade civil, na qual se movem indivíduos e coletividades, classes sociais que compreendem etnias, diversidade de religiões, gênero, língua, valores e tradições, entre outros. A educação, a religião, a família, a política e o trabalho são inserções importantes, por meio das quais o indivíduo situa-se na sociedade, bem como no grupo social e na classe social.

IANNI, Octávio. O Cidadão do Mundo. In: Capitalismo, Trabalho e Educação. Campinas,2002. Adaptado.


Para responder à necessidade de acompanhar a sociedade que se transforma de maneira rápida e acelerada, a escola ideal seria

De acordo com Gomes (2005): “A estrutura da escola e do sistema educacional foi por muito tempo comparada a uma caixa preta que processava insumos e oferecia resultados à sociedade”. Tendo em vista a atual realidade, pode-se afirmar sobre o modelo “caixa-preta” que
Conforme o artigo 205 da Constituição da República Federativa do Brasil: “A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Com base neste artigo, é correto afirmar que o sistema educacional e o estado