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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação afirma, no artigo 35-D, que a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio estabelece direitos e objetivos de aprendizagem e denomina Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (CHSA) a área integrada por Filosofia, Geografia, História e Sociologia, destacando habilidades e competências como elementos fundamentais. No entanto, pesquisas apontam que a implantação do Novo Ensino Médio (NEM) implicou a redução da carga horária destinada a esses componentes curriculares. Segundo o Jornal da Unesp, “entre o anos de 2020 e 2025, no estado de São Paulo, Filosofia e Sociologia perderam 62,9% da carga horária; Geografia,25,9%. No total, as Ciências Humanas foram reduzidas em 35,1%”.
SAMPAIO, N. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária critica
a redução da carga horária das disciplinas de Ciências Humanas para
estudantes paulistas. Jornal da Unesp, mar.2025 (adaptado).

A integração da área CHSA presente no Novo Ensino Médio, além de contradizer as teorias do currículo que preconizam a disciplinaridade para que a (inter/trans)disciplinaridade ou a transversalidade seja efetivada, promove a redução da carga horária dos componentes curriculares que a compõe. Como a Filosofia foi afetada pelo Novo Ensino Médio (NEM)?
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Em uma aula de Estética, considerando as especificidades de estudantes surdos em uma turma de EJA, a abordagem didática adequada para favorecer a compreensão conceitual e a participação no processo de ensino e de aprendizagem consiste em
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A inclusão dos estudantes surdos no processo de ensino e aprendizagem do conceito trabalhado nessa turma de EJA é promovida por meio do(a)
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A pedagogia histórico-crítica propõe um método no qual o estudante, com base em sua prática social, problematize-a, seja instruído com o saber sistematizado, promova a catarse e realize sua prática social sob nova condição. Há aspectos que dialogam com o movimento “regressivo”, proposto por Silvio Gallo, que parte da problematização (afetação) em direção à apropriação crítica do conhecimento filosófico, visando o desenvolvimento do pensar por si próprio. Qual procedimento pedagógico é coerente com o diálogo entre a pedagogia histórico-crítica e a pedagogia do conceito?
O professor-filósofo e seus estudantes-filósofos-potenciais conformam um espaço comum de recriação no qual as perguntas se convertem em problemas que olham duas direções: para a singularidade de cada um no perguntar-se (e a busca pessoal de respostas) e para a universalidade do perguntar filosófico (e as respostas que os filósofos se deram ao longo do tempo). Em um curso filosófico, essas direções confluem e se alimentam mutuamente. O resultado possível desse encontro é que ensinar Filosofia, então, nunca terá garantias de que alguém “aprenda” a ser “um filósofo”, ao menos do modo como o professor deseja. O que um bom professor tentará fazer é criar as condições para que talvez se dê um “amor”.
CERLETTI, A. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica,2009 (adaptado).

Uma professora da 2ª série do Ensino Médio, ao compreender que o estudante é um filósofo em potencial, organiza suas aulas adotando a aprendizagem baseada em problemas como metodologia de ensino. Ao selecionar o modo de avaliar os estudantes, ela opta por um sistema no qual