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No livro Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, Danilo Marcondes aponta: “É significativo que Tales de Mileto seja considerado o primeiro filósofo e que o pensamento filosófico tenha surgido não nas cidades do continente grego como Atenas, mas nas colônias gregas do Mediterrâneo oriental, no mar Egeu. Essas colônias, dentre as quais se destacaram Mileto e Éfeso, foram importantes portos e entrepostos comerciais. Eram cidades cosmopolitas onde reinava um certo pluralismo cultural, com a presença de diversas línguas, tradições, cultos e mitos” (2010. Adaptado).

No que diz respeito à origem da Filosofia, para o autor, o cosmopolitismo cultural promoveu
Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins destacam que: “O “falar sobre o mundo” simbolizado pelo mito está impregnado do desejo humano de afugentar a insegurança, os temores e a angústia diante do desconhecido, do perigo e da morte. Para tanto, os relatos míticos sustentam-se na crença, na fé em forças superiores que protegem ou ameaçam, recompensam ou castigam. Entre as comunidades tribais, os mitos constituem um discurso de tal força que se estende por todas as esferas da realidade vivida” (2009. Adaptado).

Desse modo, para as autoras, quando o mito “falar sobre o mundo” são
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No âmbito de um evento acadêmico sobre políticas de ações afirmativas voltadas a pessoas com deficiência visual, muito concorrido, os agentes de vigilância da USP, que estão controlando o acesso ao local, decidem restringir a entrada. Como restam cerca de 50 lugares no auditório, decidem usar um critério que consideram ser o mais adequado do ponto de vista ético. Assinale a alternativa que indica a solução que devem ter adotado sabendo que, na USP, 50% dos estudantes são cotistas.
Clara, ao aceitar um cargo de liderança, decide agir de forma prudente diante de um conflito entre colaboradores. Segundo os fundamentos da ética, a prudência é importante porque: 
Na obra Um toque dos clássicos: Marx, Durkheim e Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira afirmam que: “Partindo da concepção de um estado de natureza onde não existiriam desigualdades, e tampouco moralidade, o genebrino Jean-Jacques Rousseau (1712–1778), ao mesmo tempo que prolonga a tradição contratualista do Seiscentos, modifica o conteúdo e o sentido do chamado ‘pacto social’, o qual, ao fazer surgir o poder da lei, legitimou a desigualdade, a injusta distribuição da propriedade e da riqueza, e também a submissão, a violência, os roubos, a usurpação e todo tipo de abusos”. 
Enfatizam as autoras que, para Rousseau, o estado civil é