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A atenção à pessoa idosa no Brasil tem legislações e políticas que privilegiam, fundamentalmente, a permanência do idoso sob os cuidados de sua família e em seu próprio domicílio. Para tal, prevê-se a construção de uma rede de serviços que visam atender e acompanhar a pessoa idosa em suas diferentes necessidades biopsicossociais. A Portaria MPAS/SEAS n°73 de 2001 apresenta uma listagem dos serviços responsáveis pela atenção ao idoso no Brasil, bem como suas normas de funcionamento. Nesse contexto, podemos citar a Terapia Ocupacional como um campo de saberes e práticas com atuação ativa em diversos componentes dessa rede.


Sobre os serviços governamentais que prestam atendimento ao público idoso e a prática da Terapia Ocupacional, é correto afirmar: 

Segundo De Carlo, Bartalotti e Palm (2004), a atuação da Terapia Ocupacional nos contextos hospitalares esteve presente desde os primórdios da institucionalização da profissão, em 1917, em Chicago, nos Estados Unidos. Assim como a história da humanidade, o desenvolvimento do campo da Terapia Ocupacional não se deu de forma linear e progressiva, pelo contrário, passou por avanços e transformações, acompanhando os contextos sociopolíticos, econômicos e culturais dos países. Sobre a história da profissão e os contextos hospitalares, é correto afirmar:
Segundo Bastos, Mancini e Pyló (2010), a Medida Canadense de Desempenho Ocupacional (COPM) é uma medida de resultados contemporânea baseada no Modelo Canadense de Desempenho Ocupacional que incorpora princípios da Prática Centrada no Cliente. Como instrumento capaz de mensurar o impacto de uma intervenção para um indivíduo, tornou-se relevante na sistematização da prática profissional e na demonstração de resultados de procedimentos. Sobre a COPM, assinale a alternativa correta. 
“As primeiras experiências envolvendo segurança e confiança se dão no lar, que permite a exploração, a experimentação de diferentes relacionamentos e a ocupação de espaços que a criança preenche com seus próprios fragmentos, tornando-os seus espaços e sentindo-os como tais. E no caso de uma doença que leve à hospitalização? A criança vivencia a dor, além de situações que, muitas vezes, não favorecem seu desenvolvimento e do afastamento da família, a qual, por sua vez, passa por situações de incerteza, tensão, medo, angústia e dor (TAKATORI, OSHIRO, OTASHIMA, 2004, p.257).”
Takatori, Oshiro e Otashima (2004) descrevem o processo de rompimento do cotidiano vivenciado por crianças e famílias hospitalizadas.

Acerca do cuidado com o cotidiano, qual a contribuição da Terapia Ocupacional na assistência ao público infantil hospitalizado?

Segundo Almeida e Oliver (2001, p. 88), “para construir ação sobre a comunidade ou o território é essencial adotar-se definição para o termo. Algumas práticas de Terapia Ocupacional têm dado preferência à utilização do conceito de território, à medida que este se apresenta de forma mais delimitada e articulada a noções que sustentam o estofo prático das ações”.


Sobre o conceito de território e as ações territoriais na Terapia Ocupacional, é correto afirmar: