Filtrar


Questões por página:
De acordo com Souza (2010) a análise de um naufrágio pode ser dificultada por alguns fatores. Assim, assinale a opção que apresenta uma das possibilidades apresentadas pelo autor. 
Guimarães (2012) no artigo Patrimônio Cultural Subaquático na Amazônia Azul, apresenta uma extensa discussão sobre as origens da Arqueologia Subaquática, bem como explora questões relacionadas à proteção e à conservação dos sítios arqueológicos submersos. Seguindo o raciocínio do autor, assinale a opção correta quanto aos sítios que mais sofrem ações criminosas dos chamados caçadores de tesouros e souvenires.  
Segundo Rambelli (2016), a Arqueoclogia Subaquática, voltada para a produção de conhecimento e divuigação do patrimônio cultural subaquático, teve início por volta de 1960, quando alguns arqueólogos aprenderam a mergulhar com o objetivo de expandir suas pesquisas ao ambiente aquático. Nesse contexto, qual arqueólogo é apontado pelo autor como exemplo clássico desse processo de conquista arqueológica, ao aprender a mergulhar para liderar uma pesquisa subaquática sobre os restos de uma embarcação naufragada? 
De acordo com Bittencourt (2012), a Marinha do Brasil desenvolve um projeto de longa duração que visa organizar as informações oriundas dos naufrágios ocorridos de até 1950. Foi denominado de projeto Atias dos Naufrágios de Interesse Histórico da Costa Brasileira e foi dividido em três fases. Assinale a alternativa que define a terceira fase do projeto. 
Coloque F (falso) ou V (verdadeiro) nas afirmativas abaixo, em relação à Lei nº 7.542/1986, com a redação dada pela Lei nº 10.166/2000, que dispõe sobre a pesquisa, exploração, remoção e demolição de coisas ou bens afundados, submersos, encalhados e perdidos em águas sob jurisdição nacional, em terreno de marinha e seus acrescidos e em terrenos marginais, em decorrência de sinistro, alilamento ou fortuna do mar, e dá outras providências, e assinale a opção correta.

() A Autoridade Naval, quando for de seu interesse, poderá pesquisar, explorar, remover e demolir quaisquer coisas ou bens referidos no art, 1º da Lei nº 7.542/1986, já incorporados ao domínio da União.
() A autorização de pesquisa dá ao interessado o direito de alterar o local em que foi encontrada a coisa ou bem, suas condições, ou de remover qualquer parte.
() O autorizado a realizar operações de pesquisa manterá a Autoridade Naval informada do desenvolvimento das operações e, em especial, de seus resultados e achados.
() Os destroços de navios de casco de madeira afundados nos séculos XVI, XVIl e XVIIl serdo como automaticamente incorporados ao dominio da União.
() As coisas e bens resgatados serão avaliados por uma comissão de peritos, convocada pela Autoridade Naval e ouvido o Ministério da Cultura, que decidirá se eles são de valor artistico, de interesse cultural ou arqueológico.