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Em uma escola pública, um professor de arte estrutura uma sequência didática a partir de um projeto intitulado “Identidade, corpo e arte”. A proposta articula práticas de artes visuais, dança e performance, mobilizando referências do cotidiano dos estudantes, repertórios midiáticos e produções artísticas contemporâneas. O docente organiza o percurso em três momentos:

(1) experimentação sensível e produção coletiva;
(2) problematização crítica de imagens e gestos à luz de seus contextos socioculturais;
(3) sistematização conceitual mediada por discussões e registros reflexivos.

Durante o processo, ele medeia a aula, evita a centralidade da cópia técnica e promove situações nas quais os estudantes negociam sentidos, linguagens e modos de apresentação.

À luz das tendências pedagógicas e das abordagens metodológicas no ensino de arte, a prática descrita pode ser definida como
Considerando os fundamentos das linguagens artísticas e sua inserção no ambiente escolar, assinale a alternativa correta. 
O domínio das propriedades físico-químicas dos materiais é o que assegura a integridade estrutural e a excelência estética de um objeto artesanal. Considerando planejamento de uma oficina de artes avançada que envolva processos de cerâmica, entalhe e estamparia, assinale a alternativa que apresenta procedimentos que descrevem corretamente uma norma técnica de execução.
Em uma oficina de artes do Município de Vitória da Conquista, o instrutor utiliza milhares de tampinhas plásticas descartadas para criar uma instalação coletiva. Com o objetivo de explorar o volume e a espacialidade, saindo do plano bidimensional da parede para ocupar o centro da sala com estruturas maleáveis e pendentes, a(s) técnica(s) de manipulação mais adequada(s) é(são)
A Proposta Triangular, sistematizada por Ana Mae Barbosa, revolucionou a arte-educação no Brasil ao propor um ensino fundamentado em três pilares interdependentes. Nesse sentido, considerando a proposta de Ana Mae, em uma oficina de artesanato, ao organizar um momento dedicado à análise visual de peças tradicionais e ao debate sobre o simbolismo das cores e das formas na cultura local, o instrutor assegura que a experiência pedagógica transcenda o Fazer. Esses momentos de observação crítica e debate cultural correspondem, respectivamente, aos eixos de