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Em Arte, nem sempre é possível utilizar uma abordagem sequencial, com um roteiro passo a passo, uma vez que os processos de abordagem e os resultados não são coincidentes, pois transitam — também e essencialmente — pelos campos da autoexpressão, da criação, da cultura e da subjetividade. Além disso, há que se levar em consideração a imprevisibilidade da experiência de criação artística. Isso não significa descartar as várias possibilidades de abordar a História da Arte e de criar métodos e metodologias conjugados com os exercícios e experimentações artísticas com os alunos.

LOYOLA, G. F.; PIMENTEL, L. G. O Laboratório-Ateliê: elaboração de materiais didáticos para o ensino/aprendizagem em Arte. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG, v. 7, n. 14, nov. 2017 (adaptado).

A partir das informações apresentadas no texto, é correto afirmar que os processos de criação e de reflexão em Arte
Imagem associada para resolução da questão

DASS, A. Humanae. 2012.
Disponível em: https://angelicadass.com/pt/foto/humanae/. Acesso em: 30 jun. 2024.

Para abordar questões relacionadas à diversidade do povo brasileiro, uma professora de Artes Visuais apresentou aos seus estudantes a obra Humanae, representada na imagem, e solicitou que identificassem elementos como: composição, ritmo e movimento. Depois, produziu com a turma uma obra similar, utilizando fotos e autorretratos de cada estudante.
Nessa situação, o principal objetivo dessa professora ao propor a atividade era levar seus estudantes a refletirem sobre a diversidade do povo brasileiro
Imagem associada para resolução da questão

Disponíveis em: brooklynmuseum.org/eascfa/about/feminist_art_base/betye-saar. Acesso em: 17 jul. 2024.

Essas imagens, da artista Betye Saad, foram utilizadas por uma professora de Arte em sala de aula para tratar de assemblage. Com base nessas obras, nota-se que Saad aborda a questão racial incorporando objetos variados de uso cotidiano e propondo composições nas quais o significado de um objeto dialoga com os demais, produzindo sentidos diferentes daqueles que teriam isoladamente. A partir disso, a professora solicitou que os alunos colocassem diferentes objetos sobre a carteira e que os observassem atentamente. Depois, pediu que produzissem composições a partir desses objetos, observando suas características e significados e abordando temas de interesse.
Nesse caso, para promover conhecimentos sobre assemblage, a professora propôs essa atividade como uma
Alunos da 3ª série do Ensino Médio foram desafiados, por um professor, a criar um curta-metragem experimental para as aulas de Arte. Para contextualizar a atividade, eles estudaram o cineasta Stan Brakhage, que explora temas abstratos e oníricos e é conhecido por técnicas inovadoras, como a pintura direta na película. Seus filmes, como Dog Star Man e Mothlight, desafiam as convenções narrativas e visuais numa busca por um cinema puro. A professora explicou aos alunos que a produção a ser realizada por eles deveria ser uma experimentação, com foco na abstração e na narrativa não linear. No entanto, a professora deparou-se com a seguinte realidade: alguns alunos tinham acesso a ferramentas e a programas de edição sofisticados, enquanto outros estavam limitados a recursos básicos. Essa diferença de recursos estava resultando em uma disparidade na qualidade técnica dos filmes produzidos. Diante dessa situação, a professora precisou eleger critérios para garantir uma avaliação equitativa.

Nesse contexto, os critérios a serem priorizados pela professora para realizar a avaliação dessa atividade de maneira justa devem ser a
O ensino intercultural em Arte tem como objetivo propiciar a educação inclusiva no sentido mais amplo, respeitando individualidades pessoais e características culturais de todos os grupos em sala de aula. Sabe-se que a arte contemporânea pode construir pontes entre as origens culturais dos alunos e sua participação no aprendizado e que a característica principal da educação intercultural reside em considerar a diversidade como um recurso e uma força para a educação. Isso significa a existência integral do sujeito, que se apropria de si mesmo ao apropriar-se da sua e de outras culturas.
Considerando a importância desse tema, um professor de Arte planejou discutir a interculturalidade com grupos diferentes de uma mesma turma. Nessa turma, há alunos de origens indígena, afro-brasileira, quilombola, espanhola e italiana. Seu desafio é criar uma atividade que proporcione a discussão do tema utilizando artistas contemporâneos.
Nesse contexto, para atingir seu objetivo, o professor deve apresentar obras de