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Considerando a função formativa dos museus universitários, assinale a alternativa que expressa, de modo mais adequado, o papel desses espaços no campo da história da arte.
“O campo de produção de sentido das coisas que nos afetam no nosso dia-a-dia, inclusive a arte, não é um campo com resultados unívocos, mas é um campo de batalha entre leituras ou interpretações às vezes até contraditórias.”

COCCHIARALE, Fernando. Quem tem medo de arte contemporânea? Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2006.

A multiplicidade de interpretações em arte contemporânea implica que
“Na arte ocidental, a ideia de desconstrução, segundo Minor, pode ser vista no quadro de Picasso Les demoiselles d’Avignon. A pintura, em si, cria um paradoxo, porque desconstrói, no sentido histórico, uma vez que Picasso fragmenta o espaço. A fim de desconstruir ainda mais o significado da pintura de Picasso, Minor sugere que se pergunte ‘o que sabia e pensava Picasso sobre máscaras africanas? Ele capturou algo essencial nas máscaras ou, pelo contrário, as interpretou erroneamente? De que parte da África elas são? Em que elas diferem das máscaras ibéricas?’”

CHAND, Jacqueline. Teoria critica em História da Arte. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.

Assinale a alternativa que expressa, corretamente, a intenção de uma mediação desconstrutivista.
Rudolf Arnheim, em Arte e Percepção Visual (1954), articula princípios da psicologia da Gestalt para argumentar que a percepção é estruturada por leis formais que regulam o equilíbrio visual. Sua teoria é aplicada no ensino de Arte como estímulo à análise da organização espacial e da composição. Considerando esse referencial, qual alternativa expressa uma prática metodológica que distorce os fundamentos da teoria perceptiva de Arnheim?

Observe a imagem a seguir:


Imagem associada para resolução da questão



(Inserções em circuitos ideológicos, 1970. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/obras/ 86673-insercoes-em-circuitos-ideologicos-1-projeto-coca-cola)



Para Nunes (2010), a discussão do conceitualismo não se limita à linguagem e aos espaços de arte; há uma produção que é, ao mesmo tempo, conceitual e politicamente inserida. Como exemplo, tem-se a obra Inserções em circuitos ideológicos (1970), de autoria de