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Com base no fragmento a seguir, responda à questão.

A querida leitora e o querido leitor talvez esperem que eu passe a listar vários exemplos soltos de metonímia. Entretanto, é o que estou tentando não fazer, porque não compreendemos a metonímia e as demais figuras de linguagem, bem como qualquer conteúdo programático, apenas decorando listas de frases soltas e descontextualizadas. (5º parágrafo)


No fragmento, Gustavo Bernardo manifesta um ponto de vista acerca de certa prática que costuma estar presente em sala de aula.
Esse ponto de vista é apresentado por meio do seguinte procedimento de articulação de ideias:
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Alguns gramáticos dizem que a função principal da linguagem figurada é a de provocar uma surpresa no leitor, fazendo com que ele preste atenção não somente no que o autor diz, mas também em como construiu o texto. (4º parágrafo)
No ponto de vista dos gramáticos, acima mencionado, aborda-se, principalmente, a seguinte função da linguagem:
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Mikhail Bakhtin (1875-1975) foi um filósofo russo que deixou grande contribuição aos estudos da linguagem. Ele definiu “gêneros de discurso” como enunciados relativamente estáveis que circulam em dada esfera da atividade humana.
Por suas características e objetivos principais, o texto 1 pode ser associado aos seguintes tipo e gênero de discurso, respectivamente:
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Além do texto lido, considere o fragmento a seguir, do linguista João W. Geraldi, para responder à questão.

Não me passou despercebido, então, algo bem mais profundo defendido pelo Círculo de Bakhtin (...): a linguagem como uma atividade constitutiva dos sujeitos, cujas consciências sendo sígnicas – e, portanto, ideológicas – eram marcadas pelos processos interativos de que participavam, tomando desde seu sentido mais estrito do diálogo face a face até seu sentido mais amplo, abrangendo um tempo, um espaço (...). Foi a compreensão inicial desse processo que me levou a defender o ponto de vista de que considerar erro qualquer variante da língua padrão era considerar errado o próprio processo de constituição dos sujeitos que falavam variedades distintas.

Em SILVA, L. L. M. da e outras. (Orgs.) O texto na sala de aula: um clássico sobre o ensino de língua portuguesa. Campinas/SP: Autores Associados,2014, p.210.

No 2º parágrafo do texto 1 e no fragmento acima, os autores destacam modos de articulação entre linguagem e mundo.

Essa articulação, em cada caso e respectivamente, se caracteriza sobretudo por processos de:

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Na organização da sequência de sua argumentação, o autor emprega um tipo de raciocínio principal, denominado: