Filtrar


Questões por página:
Mulher de 59 anos consulta-se com clínico geral por apresentar nódulo tireoidiano incidental em ultrassom de rotina. Está assintomática. No exame cervical, a tireoide está tópica, fibroelástica, de volume habitual. Nota-se, à palpação de lobo esquerdo, a presença de nódulo de consistência endurecida, medindo cerca de 2,5 cm, móvel e indolor. Ultrassonografia de tireoide: presença de nódulo sólido, hipoecoico, com halo incompleto, mais alto do que largo, com vascularização central e microcalcificações de permeio medindo 2,5 x 1,4 cm em 1/3 médio do lobo esquerdo.

Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
Mulher de 32 anos, previamente hígida, procura o pronto- -atendimento por dor discreta em hipocôndrio direito há dois meses. Nega icterícia, febre ou perda de peso. Relata uso contínuo de anticoncepcionais orais há 12 anos. Ao exame físico, não há sinais de hepatomegalia nem estigmas de hepatopatia crônica. Ultrassonografia de abdome mostra uma lesão sólida, bem delimitada, de 5,0 cm no lobo direito hepático. A ressonância magnética evidencia lesão hipervascular, sem cicatriz central, e com áreas de hemorragia intralesional. Sorologias para hepatites B e C são negativas, e o alfafetoproteína (AFP) está dentro dos valores de referência.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos sobre as neoplasias hepáticas, assinale a alternativa correta.
Homem de 48 anos procura o pronto-atendimento com história de dor anal intensa, sangramento vivo durante as evacuações e exteriorização de massas anais há cerca de 2 anos, com piora progressiva nos últimos meses. Refere que as massas não mais reduzem espontaneamente, sendo necessário empurrá-las manualmente após evacuar. Ao exame físico, observam-se três mamilos hemorroidários volumosos, congestos e parcialmente trombosados, localizados nos pontos clássicos (3, 7 e 11 horas), além de componente externo importante e prolapso mucoso irreversível. Após estabilização clínica e exclusão de outras causas de sangramento, indica-se tratamento cirúrgico definitivo.

A equipe opta pela técnica de Milligan–Morgan, que consiste em
Mulher, 42 anos, queixa-se de fadiga progressiva com diplopia ao final do dia há 6 meses. Exame neurológico sugere fraqueza fatigável; sorologia para anticorpo anti- -receptor de acetilcolina é positiva. Radiografia de tórax mostra alargamento do mediastino anterior. A tomografia computadorizada de tórax com contraste mostra uma massa encapsulada no mediastino anterior, sem invasão evidente de estruturas adjacentes (imagem demonstrada a seguir). Não há adenomegalias mediastinais perceptíveis.

Q28.png (274×426)
(Townsend Jr., C. M.; Beauchamp, R.D.; B. Evers, M. and Mattox, K.L. Sabiston - Tratado de Cirurgia. 20a Edição, Ed. Elsevier, 2019, pg. 2506)

Qual a conduta mais adequada para esse caso?
Mulher de 26 anos dá entrada na emergência referindo dor abdominal súbita de forte intensidade há 40 minutos, acompanhada de sudorese, palidez cutaneomucosa, tontura e mal estar geral. Refere atraso menstrual há cerca de 8 semanas. Sinais vitais: PA: 90/55 mmHg; FC: 132 bpm; FR: 26 mrpm. Exame físico: dor à palpação abdominal difusamente, DB +, toque vaginal com abaulamento dos fundos de saco. Sinal de Proust positivo. Solicitado ultrassom (imagem demonstrada a seguir).
Q27.png (240×217)
(Tissiani, J.; Martins, W . P. et al. Experts in Ultrasound Reviews and Perspectives 1(2):100-106 DOI:10.4281/eurp.2009.02.07)

A conduta a ser realizada com a paciente deverá ser: