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Homem de 35 anos dá entrada na sala de trauma devido a atropelamento por automóvel. Encontra-se consciente, PA: 110 × 80 bpm; FC: 98 bpm e FR: 25 irpm. Queixa-se de dor torácica à direita associada a dispneia leve. Ao exame: murmúrio vesicular diminuído e macicez à percussão do hemitórax direito. A radiografia de tórax revela opacificação homogênea na base direita na posição supina. Foi indicada drenagem torácica em selo d’água, sendo observada saída de 1.600 mL de sangue de forma imediata.
Assinale a alternativa correta quanto ao manejo do hemotórax.
Mulher de 80 anos, hipertensa e portadora de fibrilação atrial crônica, com insuficiência cardíaca (FE 38%), refere dor abdominal difusa e diarreia com presença de sangue. Os sintomas tiveram início súbito há 12 horas. Refere uso dos seguintes medicamentos: digoxina, propranolol e vitaminas. Apresenta FC de 105 bpm, mas o abdome é doloroso somente à palpação profunda, sem sinais de peritonite. O hemograma mostra leucocitose moderada, e a tomografia revela espessamento da parede do cólon esquerdo. A colonoscopia mostrou áreas de mucosa edemaciada com hemorragia espontânea e ulcerações rasas serpentiformes com delimitação abrupta entre o tecido normal e a mucosa ulcerada na transição retossigmoide. A paciente permaneceu em bom estado geral, mas mantendo febre baixa.
Qual é a conduta mais adequada neste momento?
Um paciente de 55 anos, sabidamente portador de cirrose hepática de etiologia alcoólica associada ao vírus da hepatite C (HCV), é admitido na sala de emergência por quadro de hematêmese volumosa iniciada há duas horas. Apresenta-se pálido, sudoreico e confuso. Ao exame: PA: 85 × 55 mmHg; FC: 122 bpm; saturação de 93% em ar ambiente, com presença de ascite moderada ao exame físico abdominal. Inicialmente procedeu-se com a intubação orotraqueal devido à instabilidade e ao volume do sangramento. O paciente recebeu cristaloides de forma parcimoniosa, transfusão de hemácias e octreotide. Após um período de estabilização, foi submetido a endoscopia, que mostrou varizes esofágicas de grosso calibre com sinais de sangramento recente. Durante a manipulação, houve sangramento, que foi interrompido com ligaduras elásticas de forma efetiva. O paciente apresentou melhora da estabilidade e foi transferido para a unidade de terapia intensiva.
Qual é o próximo passo no manejo desse paciente?
Uma mulher de 82 anos, previamente hipertensa, é admitida no pronto atendimento devido a quadro de hematêmese volumosa em casa. Relata episódios de melena nos últimos dois dias. Apresenta, à admissão, PA: 90 × 60 mmHg; FC: 112 bpm e hemoglobina: 7,2 g/dL. Após estabilização inicial com reposição volêmica e transfusão de hemácias, foi submetida a endoscopia digestiva alta de urgência. O exame, no entanto, foi inconclusivo devido à grande quantidade de resíduos hemáticos e alimentares gástricos. Nas horas subsequentes, a paciente apresentou novo quadro de hematêmese, com queda abrupta da pressão arterial (40 × 20 mmHg).
A conduta mais apropriada é
Um homem obeso mórbido (IMC 58 kg/m2) procurou atendimento devido a mal-estar e febre baixa associada a taquicardia há cerca de 24 horas. Refere dor epigástrica inespecífica associada a episódios de soluços e diarreia. Ao exame, não se percebem sinais de defesa abdominal ou irritação peritoneal clássicos. No entanto, o examinador observa que a espessura da parede abdominal é muito exuberante e relata dificuldades com a palpação de vísceras. Os exames laboratoriais mostram leucocitose discreta e PCR elevado. A radiografia de abdome mostra-se mal penetrada e de má qualidade para avaliação. A tomografia na unidade de saúde tem limite de peso de 150 kg (paciente atualmente com 178 kg).
Qual é a conduta mais adequada?