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Uma lactente de 6 meses de idade com histórico de prematuridade (nascida com 32 semanas) e uma hospitalização prévia por bronquiolite viral aos 3 meses está em acompanhamento. Ela recebeu apenas a primeira dose da vacina contra influenza há 3 semanas. Recentemente, sua mãe foi diagnosticada com influenza A, confirmada por teste rápido, e iniciou tratamento antiviral. A lactente está afebril e assintomática, mas a família está muito apreensiva com o risco de a bebê desenvolver influenza devido ao seu histórico de vulnerabilidade. Considerando a alta probabilidade de exposição à influenza e a maior vulnerabilidade dessa lactente a complicações graves, qual é a conduta mais apropriada para prevenir a infecção nesse momento, de acordo com as diretrizes pediátricas?
Uma adolescente de 15 anos com anemia falciforme (HbSC) é acompanhada no ambulatório devido a queixas progressivas de dispneia aos esforços, fadiga acentuada e palpitações. Ela nega histórico de crises vaso-oclusivas recentes, e o controle da dor crônica está estável. Ao exame físico, apresenta desdobramento fixo de segunda bulha (P2 hiperfonético) e um sopro sistólico tricuspídeo. O ecocardiograma Doppler demonstra velocidade de regurgitação tricúspide elevada e estimativa de pressão sistólica da artéria pulmonar em 48 mmHg. Considerando as complicações pulmonares crônicas da anemia falciforme, qual é o diagnóstico que melhor se alinha com a apresentação clínica e os achados ecocardiográficos dessa paciente?
Um menino de 7 anos com diagnóstico conhecido de anemia falciforme (HbSS) é levado à emergência com febre (38,8 °C), dor torácica pleurítica intensa no hemitórax direito, tosse produtiva e dispneia súbita há aproximadamente 18 horas. Ele apresenta saturação de oxigênio de 89% em ar ambiente. A radiografia de tórax revela um novo infiltrado pulmonar em lobo médio direito, que não estava presente em um exame anterior há 2 dias. Diante desse quadro clínico agudo em um paciente com anemia falciforme, qual é o diagnóstico mais provável e a principal complicação respiratória que exige manejo imediato?
Um lactente de 10 meses, previamente hígido, apresenta um quadro de início súbito de tosse intensa e dispneia enquanto brincava no chão da sala. A mãe o levou imediatamente ao pronto-socorro. Ao exame, a criança está em desconforto respiratório moderado, afebril, com saturação de O2 de 88% em ar ambiente. A ausculta pulmonar revela sibilância e diminuição do murmúrio vesicular acentuadamente no hemitórax direito. Considerando a história e a ausculta pulmonar, qual diagnóstico diferencial deve ser priorizado em detrimento de uma bronquiolite viral típica?
Um lactente de 6 semanas de vida, nascido a termo, é levado ao pronto-socorro com história de “cansaço para mamar” e irritabilidade há 3 dias, associados a taquipneia progressiva. A mãe nega febre, mas relata que o filho apresenta sudorese profusa na cabeça durante as mamadas. Ao exame, o lactente está pálido, taquipneico (70 irpm), taquicárdico (180 bpm), com hepatomegalia (fígado a 3 cm do rebordo costal direito) e ausculta pulmonar com crepitações finas bibasais e alguns sibilos esparsos. Diante desse quadro em um lactente muito jovem, qual é o principal diagnóstico diferencial para bronquiolite viral que deve ser investigado com máxima urgência?