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Uma idosa de 76 anos passa por avaliação agendada na Unidade Básica de Saúde, quando se aplicou o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20), obtendo uma pontuação final de 12 pontos, o que a classifica potencialmente frágil (vulnerabilidade moderada).
De acordo com o resultado, para a organização da linha de cuidado na Atenção Primária, a conduta prioritária para esta paciente é: 
Uma mulher de 62 anos, pós-menopausa, comparece à Unidade Saúde da Família (USF) trazendo perfil lipídico que revela: Colesterol Total (CT) 240 mg/dL, LDL-c 158 mg/dL, HDL-c 52 mg/dL e Triglicerídeos (TG) 150 mg/dL. Nega diabetes, hipertensão arterial ou tabagismo. O cálculo do escore de risco cardiovascular estimou um risco de 5,8% em 10 anos (Risco Intermediário).
Qual a conduta terapêutica inicial mais adequada para esta paciente:
Um homem de 55 anos, assintomático, apresenta média de Pressão Arterial (PA) de 148×94 mmHg após três aferições realizadas em semanas consecutivas na Unidade de Saúde da Família (USF). Risco cardiovascular moderado.
Qual a conduta inicial mais adequada a ser implementada pelo médico da USF é:
Um homem trans de 44 anos, com vida sexual ativa com parceiros cisgêneros e sem comorbidades, procura a Unidade de Saúde da Família (USF) para consulta de rotina. Ele relata ter evitado o serviço de saúde nos últimos anos por receio de sofrer discriminação.
Considerando o enunciado, a conduta CORRETA é:
Mulher, 34 anos, comparece com queixas inespecíficas de cefaleia e insônia. Durante a consulta, relata, com hesitação, agressões verbais e físicas do companheiro há 2 anos. Encontra-se desempregada e depende financeiramente dele.
A conduta mais completa, considerando os determinantes sociais, é: