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Sobre a epidemiologia e o diagnóstico das gastrosquises, é INCORRETO afirmar que:
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Em relação ao manejo não operatório das apendicites agudas em crianças, analise as assertivas a seguir:

I. A presença de apendicolito tem sido indicador adverso para o tratamento apenas com antibióticos (não operatório).
II. Os indicadores de falha do tratamento não cirúrgico incluem dor abdominal por mais de 48 horas; contagem de leucócitos superior a 18.000 e/ou presença acentuada de bastonetes; proteína C-reativa (PCR) superior a 4 mg/dL; e sinais de obstrução intestinal ou abscesso em exames de imagem.
III. A taxa de sucesso do tratamento não operatório inicial é em torno de 50%, sem aumento nas taxas de apendicite perfurada.

Quais estão corretas?
Em relação às malformações anorretais em meninos, assinale a alternativa INCORRETA.
No tipo B observa-se comunicação traqueoesofágica distal isolada, com esôfago contínuo e pérvio.
Neonato nas primeiras semanas de vida iniciou subitamente com vômitos biliosos intensos. Havia eliminado mecônio no primeiro dia de vida, vinha avaliando quadro inespecífico de refluxo gastroesofágico e dificuldades nas mamadas, com sinais de saciedade precoce. Ao exame, distensão do andar superior do abdome e estigmas de dor abdominal importante. Qual é a hipótese diagnóstica primordial a ser esclarecida e a conduta indicada, respectivamente?