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Uma mulher de 32 anos procura a Unidade Básica de Saúde queixando-se de cansaço excessivo, perda de interesse nas atividades que antes apreciava, dificuldade de concentração e distúrbios de sono há aproximadamente 2 meses. Refere também alterações do apetite e sentimentos frequentes de culpa e desesperança. Nega pensamentos suicidas ou histórico psiquiátrico prévio. Durante a consulta, a equipe identifica fatores de risco psicossociais, incluindo sobrecarga familiar, desemprego recente e pouco apoio social. A unidade dispõe de instrumentos de triagem de saúde mental, como o PHQ-9, mas não tem psiquiatra em regime de atendimento contínuo.
Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, as diretrizes do Ministério da Saúde para saúde mental na APS, e o manejo baseado em evidências, qual a conduta mais adequada?
Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, as diretrizes do Ministério da Saúde para saúde mental na APS, e o manejo baseado em evidências, qual a conduta mais adequada?
Uma criança de 18 meses é levada à Unidade Básica de Saúde para consulta de puericultura. A mãe refere irritabilidade, inapetência e atraso recente na aquisição da linguagem. A criança nasceu a termo, com peso adequado, não apresenta doenças crônicas conhecidas e está com calendário vacinal atualizado. Na anamnese alimentar, identifica-se desmame precoce, consumo elevado de leite de vaca integral desde os 9 meses, baixa ingestão de alimentos fonte de ferro e ausência de suplementação profilática. Ao exame físico: palidez cutâneo mucosa discreta, sem hepatoesplenomegalia. Hemograma solicitado pela equipe mostra: Hb = 9,8 g/dL; VCM = 68 fL; RDW aumentado. Qual deverá ser a conduta mais adequada para este paciente?
Um homem de 61 anos procura uma Unidade Básica de Saúde relatando mal-estar há cerca de 90 minutos, com dor epigástrica em pressão, irradiando para dorso, associada a sudorese fria e náuseas. É hipertenso, diabético tipo 2 e tabagista. Nega dor torácica típica no momento da consulta. Ao exame: PA 150/95 mmHg, FC 96 bpm, SatO₂ 96% em ar ambiente, ausculta cardíaca sem sopros, pulmões sem estertores. A UBS dispõe de eletrocardiograma (ECG), mas não realiza dosagem de troponina. O ECG mostra: infradesnivelamento de segmento ST de 1 mm em DII, DIII e aVF, com inversão de onda T em V4–V6.
Qual a conduta diagnóstica mais adequada nesse cenário?
Qual a conduta diagnóstica mais adequada nesse cenário?
Um homem de 34 anos procura a Unidade Básica de Saúde relatando dor epigástrica há 3 meses, em queimação, com alívio parcial após alimentação e recorrência noturna. Refere uso diário de anti-inflamatório não esteroidal (AINE) há mais de 1 ano por lombalgia crônica, sem prescrição regular. Nega perda ponderal, vômitos persistentes, hematêmese ou melena. Ao exame físico, apresenta dor à palpação profunda em epigástrio, sem sinais de peritonite.
A UBS dispõe de teste não invasivo para Helicobacter pylori, mas o acesso à endoscopia digestiva alta é restrito e regulado. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, o manejo ambulatorial baseado em evidências e as recomendações clássicas da literatura de Medicina de Família e Comunidade, qual é a conduta mais adequada neste momento?
A UBS dispõe de teste não invasivo para Helicobacter pylori, mas o acesso à endoscopia digestiva alta é restrito e regulado. Considerando os princípios da Atenção Primária à Saúde, o manejo ambulatorial baseado em evidências e as recomendações clássicas da literatura de Medicina de Família e Comunidade, qual é a conduta mais adequada neste momento?
Uma mulher de 79 anos, acamada há 10 meses após AVC isquémico extenso, em cuidados domiciliares pela Equipe de Saúde da Família, apresenta dependência total para atividades de vida diária, disfagia, incontinência urinária e fecal, e desnutrição moderada (IMC 18,1 kg/m²). Reside com filha cuidadora principal, com dificuldade de manejo diário e limitações socioeconômicas.
Durante visita domiciliar, a equipe identifica lesão por pressão em região sacral, com as seguintes características:
• Perda total da espessura da pele, com exposição de tecido subcutâneo
• Presença de esfacelo em cerca de 60% do leito
• Exsudato moderado, seropurulento
• Bordas irregulares, maceradas
• Odor discreto
• Dor intensa à manipulação
• Pele perilesional hiperemiada
• Ausência de sinais sistêmicos de infecção
Considerando o caso acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada pela equipe de saúde no domicílio?
Durante visita domiciliar, a equipe identifica lesão por pressão em região sacral, com as seguintes características:
• Perda total da espessura da pele, com exposição de tecido subcutâneo
• Presença de esfacelo em cerca de 60% do leito
• Exsudato moderado, seropurulento
• Bordas irregulares, maceradas
• Odor discreto
• Dor intensa à manipulação
• Pele perilesional hiperemiada
• Ausência de sinais sistêmicos de infecção
Considerando o caso acima, qual é a conduta terapêutica mais adequada pela equipe de saúde no domicílio?