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Homem de 58 anos procura atendimento devido a queixa de disfagia progressiva para alimentos sólidos iniciada há 6 meses, associada a perda de peso não intencional. Além disso, apresenta episódios frequentes de pirose e regurgitação, há vários anos, sem tratamento adequado. Endoscopia digestiva alta recente revela estenose esofágica no terço distal e sinais de esofagite crônica, com biópsias que não evidenciam malignidade.


Nesse caso, a conduta inicial mais apropriada é indicar 

Durante consulta no serviço de hematologia de um hospital terciário, um homem de 72 anos reage com a seguinte argumentação diante da proposta terapêutica do médico: "Não, doutor, devido a minha crença, eu não posso receber sangue ". Ele está sendo atendido por síndrome mielodisplásica recentemente diagnosticada e, por questões religiosas, se recusa a aderir à proposta terapêutica de hemotransfusões periódicas.


Diante desse cenário, o médico deve 

Mulher de 60 anos é encaminhada para atendimento especializado por ter apresentado 4 episódios de sangramento vaginal. Ela está lúcida, orientada, sem queixas e com autonomia em sua vida pessoal e social. Apresentou uma ultrassonografia transvaginal com endométrio de 12 mm de espessura e heterogêneo. Foi indicada histeroscopia diagnóstica, mas a paciente recusa-se a fazer porque acha que o sangramento é normal.
Nesse caso, o médico deve
Menino, 3 anos, internado em uma unidade de terapia intensiva pediátrica com neoplasia de sistema nervoso central, foi operado pela neurocirurgia com retirada parcial da lesão há 3 meses, e desde então vem realizando tratamento quimioterápico. Ressonância magnética recente mostra aumento importante do tumor e a equipe de oncologia considera que não há mais possibilidades terapêuticas para tratamento do tumor. O paciente permanece acamado, pouco responsivo e acompanhado de sua mãe. A equipe multidisciplinar se reúne para definir quais condutas terapêuticas serão realizadas nesse paciente.
Nesse caso, a conduta a ser adotada deve ser 
Paciente, 67 anos, procurou a unidade de saúde relatando dificuldade para urinar, jato urinário fraco e noctúria. Ele nega dor ao urinar ou sangramento visível na urina. Ao exame físico, o toque retal revelou uma próstata aumentada, de consistência firme, sem nódulos palpáveis. Para avaliação complementar, o médico solicitou exames laboratoriais, incluindo dosagem do antígeno prostático específico total de 3,1 ng/mL, creatinina sérica 1,1 mg/dL, além de ultrassonografia do trato urinário que mostrou próstata aumentada de tamanho com volume de 40 gramas, sem nódulos. Paciente já em tratamento com finasterida e doxasozina, porém sem melhoras dos sintomas.
Com base nesse caso, qual é a conduta mais apropriada?